Oficina de cianotipia de uma amiga, Carol Vergotti.
Category Archives: Processos Históricos de Fotografia
Christopher James
Novos cursos virão
Boa sexta a feira a todos,
Esse mês já iniciou uma nova turma de processos históricos no Sesc Pompéia, que nunca consigo divulgar muito, pois a procura é grande.
Costumo dizer que esse é um curso raro, pois realmente é difícil achar aulas pelo valor que é cobrado e com esse conteúdo. E eu gosto muito dessas técnicas que ensino, gosto muito de pesquisar e de ver os bons resultados, e de acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos.
O último curso do ano começa em outubro e vai até novembro, de quinta à tarde. As inscrições acredito que se iniciem no começo do mesmo mês.
Curso de Daguerreótipo – Foto Rio
Em 2009 tive a oportunidade de ir ao Rio de Janeiro fazer o curso do Francisco. Uma boa experiência, principalmente para quem gosta de viajar. Eu fiquei atrás desse curso por um bom tempo, fiquei muito contente quando cheguei lá.
Recomendado!!
Lugar lindo, mas recomendo levar blusasss de frio. E um tripé pra registrar as estrelas.
O Francisco e Sabine são pessoas incríveis. Só pela estadia você já sai ganhando. E a comida
é muito boa.
Só atualizando os dados, o Francisco abriu pra 22 a 25 de julho.
Espero uma boa produção para vocês!!
Impressão Azul
O Cianótipo.
Fórmula:
Solução A – 25 gramas de Citrato Férrico Amoniacal (verde)+100ml água destilada
Solução B – 10 gramas de Ferricianeto de Potássio + 100ml água destilada
Solução de uso: partes iguais das duas soluções. Manter em embalagens escuras as soluções separadas.
É passar no papel e secar. Colocar um negativo em contato com o papel, você pode fazer um fotograma
se preferir.
Expor na luz ultravioleta ou no sol.
Pra fixar é só lavar com água.
Cianótipo em Agosto no CCJ
Dusting On
Alguns anos atrás vi a primeira técnica de processos históricos com a qual entrei em contato. Foi o tipo de coisa que eu buscava aprender e não sabia como.
Um amigo me mostrou e fiquei encantada, pois a revelação é a seco, e permite uma imagem em vidro, que era o que eu queria fazer.
Depois de um tempo fui estudar esses processos, e foi bem difícil acertar a fórmula, pois os escritos dele não mencionavam certos cuidados que precisava ter com a imagem.
Após muitas tentativas, muitas e muitas, e com a ajuda do professor Kenji consegui acertar a fórmula e o método. Passei pro professor, assim vi meu trabalho e
insistência serem multiplicados entre seus próximos alunos. E isso me fez ver a diferença que fiz para as aulas de processos alternativos.
Claro que não fiz nada sozinha, tive o mestre e uma amiga, Luciana Fonseca, que também queria aprender o processo. A partir daí que percebi como
é legal ser professor.
Esse processo ensino em junho, no Sesc Pompéia.
Referência em livros só achei em um livro mesmo, por indicação do professor Kenji, muito raro de encontrar outra citação sobre a técnica.
Logo mais postarei como ele é feito. Tenho tentado me organizar para postar um passo a passo das técnicas, acho que agora vai dar certo.




