Participei ontem do Festival, desta vez na Vila Madalena no Backyard. Já passou e não divulguei antes porque já tinha esgotado.
O Provisório é pensado pelo Festival dos Filmes Vencidos – vulgo ffv – e na minha atividade apresentei alguns materiais fotossensíveis e observamos as mudanças dos químicos na luz. Apresentei a relação dos materiais com o imaginário acerca da imagem desde tempos muito remotos e como alguns dos primeiros processos são feitos.
Mas não consegui tirar fotos – eu fico tão concentrada no que preciso falar e mostrar que nem sempre consigo. Ainda mais em espaço que não conheço bem. EDIT: o João Moreira me ajudou com as fotos!! O tempo nublado não me ajudou muito a mostrar imagens com sais menos sensíveis, o que por um lado pode ser interessante para memorizar que sais de metais nobres realmente são bem rápidos.
O Festival Provisório fica com a loja até dia 27 de setembro na Rua Harmonia 255 – Backyard. Lá tem o café ffv, produtos e revelação do ffv.
Não tem fotos da minha atividade mas tem do entorno hahaha. Achei interessante mostrar algumas câmeras que tem por lá.
Foto: João Moreira
cams que encontrei do pessoal da atividade de caminhada fotográfica.
essa eu achei interessante para quem gosta de meio quadro – half frame. é uma câmera que tem filtrinhos de cor bem simpáticos, flash, e faz tanto meio quadro quanto quadro inteiro. A que eu mais usava na rua era a Olympus Pen, mas a minha quebrou. Estou tentando me forçar a acostumar a usar a maior mesmo – eu não posso comprar mais câmeras. senão não consigo usar
No Backyard, fizemos a aula aqui no espaço de cima, tem uma sala. É um espaço de coworking.
Dia 03 de outubro acontece a FRoFA – Feira de Fotografia Analógica. Em parceria com a CultSP – estaremos no espaço da Oswald de Andrade, Rua Três Rios, 363 bairro Bom Retiro em São Paulo. Próximo a estação Tiradentes do metrô, linha azul.
No momento ainda estamos fechando as mesas participantes. Estamos abertos a expositores para prints, materiais fotográficos, câmeras novas e usadas, filmes de foto e cinema, tudo relacionado ao mundo da fotografia analógica.
A feira inicialmente recebia mais material como equipamentos usados e filmes, serviços de lab e digitalização. Adicionalmente surgiram artistas vendendo prints e acessórios, fotobordados. Atualmente há uma miscelância de produtos, então nos voltamos muito mais a arte fotográfica em geral. Temos também a programação de cursos e oficinas, já que estamos organizando junto ao pessoal do Labirinto Lab.
Estão abertas as inscrições para a Mostra de Fotografia Fluxo: do grão ao encontro, uma exposição coletiva a ser realizada pelo CULTSP PRO e FRoFA – Feira de Fotografia Analógica #9 2026 do dia 03/10/2026 a 07/10/2026
A Feira de Fotografia Analógica chega a sua 9º edição neste ano. A proposta do evento sempre foi de reunir pessoas e proporcionar conversas e trocas sobre fotografia e cinema em película. Desde então, a feira proporciona a busca por equipamentos fotográficos, filmes, prints, acessórios, cursos e workshops. O tema da mostra CONFLUÊNCIAS está ligado a característica inicial de encontros, reunião.
O tema da mostra está ligado a essa noção de encontro, que a feira proporcionou desde a primeira edição. Por isso colocamos o título Fluxo: do grão ao encontro, já que a exposição coletiva deve seguir a proposta de unir a fotografia analógica ao encontro de pessoas e ideias.
1. QUEM PODE PARTICIPAR
A convocatória é aberta a pessoas físicas, maiores de 18 anos
Serão aceitas propostas de pessoas ligadas à fotografia, iniciantes, estudantes, amadores e profissionais.
2. DIRETRIZES DO TEMA E FORMATO
As obras enviadas devem dialogar diretamente com o tema proposto: A feira tem o intuito de reunir conhecimentos e pessoas ligadas aos processos analógicos da fotografia.
Cada participante poderá inscrever uma fotografia a ser impressa em tamanho A3.
Serão aceitas fotografias realizadas por qualquer meio analógico, fotocolagem, bordado, processos alternativos e históricos de fotografia, entre outros.
Importante: Não serão consideradas imagens realizadas com captação digital. Não serão aceitas imagens com marcas d’água, assinaturas ou logotipos estampados na foto.
3. COMO SE INSCREVER
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente de forma online até o dia 16 de setembro de 2026, às 16h (Horário de Brasília).
Para se inscrever, o candidato deve acessar o formulário no link Inserir link do Formulário/Site e anexar:
Dados de contato e mini-biografia do autor (até 500 caracteres).
Título da obra/série e uma breve justificativa/texto conceitual sobre o trabalho (1000 caracteres). Opcional: Descrição do processo/ técnica se houver.
Arquivos das imagens em formato JPEG, com resolução mínima de 300 DPI. Arquivos fora da especificação acima serão desclassificados.
4. DIREITOS AUTORAIS E DE IMAGEM
O proponente deve ser o autor e detentor absoluto dos direitos autorais das imagens enviadas.
Ao se inscrever, o participante autoriza expressamente a organização do evento a utilizar as imagens selecionadas para fins estritamente culturais, educativos e de divulgação da mostra (em redes sociais, cartazes, site e imprensa), sem fins comerciais e com o devido crédito ao fotógrafo.
5. CRONOGRAMA
Período de Inscrições: 09 de Setembro de 2026 a 16 de setembro de 2026.
Análise da Curadoria: 17 de setembro.
Divulgação dos Selecionados: 18 de setembro.
Período da Mostra/Exposição: 03 de outubro de 2026 a 07/10/2026, no CULTSP PRO, Rua Três Rios 363. Bairro Bom Retiro São Paulo SP
Notícias do mundo analógico de SP. Estamos anunciando a feira de fotografia analógica e nos próximos dias fecharemos participantes e programação.
Sempre me escondi um pouco da produção mas dessa vez dei a cara pra bater. Dia 3 de outubro estaremos no CULTSP PRO – Oswald de Andrade na rua Três Rios 363 – Bairro Bom Retiro, São Paulo SP.
Contaremos com a feira e e nesta edição teremos uma Mostra de Fotografia e a convocatória será lançada hoje. Também algumas oficinas de fotografia e cinema, dentro da programação do CultSP, então será tudo gratuito ao público.
recebi um convite para ministrar uma atividade de cianotipia no Goma, fiquei muito feliz com o contato e eu e Alanna trabalharemos juntas – Ela me auxiliou em cursos no Sesc Pompéia – fazendo cianotipia ali do lado do metrô Anhangabaú.
5 de setembro, sábado 10h – 17h
R$250, + taxa – as inscrições serão pelo sympla.
Rua Formosa, 51. 5º andar – bairro Anhangabaú, São Paulo. Ao lado da saída da Praça da Bandeira da estação Anhangabaú do metrô.
hoje se comemora o dia mundial da fotografia. historicamente, é uma data importante. em alguns momentos eu me incomodo e acho que me expresso mal(porque a ideia da invenção até pouco tempo só era pensada na França). a fotografia também foi inventada no Brasil, mas até essa informação aparecer, levou-se muito tempo. então, em homenagem a Hercules Florence, gosto de lembrar dele neste dia, já que foi nosso inventor da fotografia no Brasil.
hoje dei uma aula, em algum momento fiquei analisando o trabalho do Michael Kenna. Fiquei imaginando o percurso dele de fotografar e de editar as imagens. E o aluno tem muita dificuldade de sair para fotografar, não se identifica com fotografias de pessoas e gosta de fotografar nas montanhas.
Parei para analisar que o exercício de fotografar num ambiente onde quase sempre se desafia a morte para chegar, deve ser um assunto difícil de registrar e que qualquer imagem que ele fazia, não apresentava de forma alguma essa sensação de perigo, com pessoas que ele não tem tanta familiaridade, em condições extremas. De alguma forma, parece que esse ato de fazer imagens o traz para a vida e a sociedade.
ao mesmo tempo, eu, acho que fotografei o último evento da minha vida. porque acho que eu nunca tinha passado por essa situação de sentir que meu trabalho não é nem um pouco valorizado da forma que aconteceu. fotografei para empresas e pautas, então estava acostumada a ter um cliente. as imagens, eu não me importava se eram minhas. mas dessa vez, vendo as pessoas copiarem e não darem crédito nenhum, doeu.
uma coisa é você compartilhar fotos entre pessoas conhecidas e ok, mas quando seu trabalho é esse e ninguém dá valor, fica difícil querer fazer de novo.
por isso eu entendo o florence. deve ter sido tão difícil, e ver que seu trabalho não faria diferença na história, deve ter doído muito.
feliz dia da fotografia, florence. você vai ser sempre lembrado 🙂
Vai ter curso de fotografia no Sesc Pinheiros. (Aliás, a programação de fotografia na unidade tá bem bonita)
Neste, a proposta é pensar em projetos fotográficos e apresentar algumas técnicas analógicas. Em cada encontro, mostro algum processo e experimentamos materiais.
Dia 04 de julho é um dia especial no Sesc Pompéia. Teremos a apresentação de trabalhos dos participantes dos cursos regulares no ateliê de técnicas mistas e mini oficinas e demonstrações de manhã e tarde.
Eu estarei na demonstração de cianotipia às 15h no Laboratório. A retirada de senhas para participar gratuitamente será as 14:30h. (no caso das atividades da tarde)
Ainda tem duas oficinas no Sesc Paulista e volto a divulgar mais uma vez – 18 de abril sábado e 25 de abril das 10:30h às 12:30h
Uma amiga questionou o motivo de utilizar as duas palavras – fotográficos e fotossensíveis – brinquei que é para garantir que as pessoas vão entender mas na verdade é que, em parte, eu apresento algum material que é fotossensível mas não necessariamente fotográfico. Porque tem um material que na verdade não é usado em fotografia, mas de alguma forma reage com a luz. Só quem participa vai saber qual é.
Como a atividade é a mesma em todos os sábados, muitas vezes as pessoas retornam para fazer de novo. Por isso adiciono novas informações no meio. E a arte do improviso muitas vezes fala mais alto. Por exemplo, o processo que eu projetei para a atividade precisa de muita luz e no primeiro dia não tinha nada de sol, impossível realizar na caixa de luz. Por isso modifiquei para uma técnica mais rápida, com um reagente em comum.
Na atividade são ao menos três técnicas: Cianotipia, Goma bicromatada e Lumen Print. Alguns dias preparo um material surpresa. E quase sempre – teve um dia só que não deu – meu material fotossensível. Num outro dia levei o Marrom van dyke para experimentarem, mas como agora estou sem pia móvel, ficou difícil de lavar, e esse processo sem lavagem a chance dele estragar com o tempo é muito maior.
Alguns resultados e testes que fiz para a atividade e a plaquinha que a Carol imprimiu para mim 🙂
Sesc Av. Paulista – 4º andar – retirada de senha no atendimento do andar mesmo. Meia hora antes – a unidade abre 10h