Lançamento do Livro Potencialidades da Fotografia Hoje – UFBA

Algum tempo atrás fui convidada a participar desta publicação que será lançada dia 18 de setembro, 18h. A obra foi organizada por Eriel Araújo, Michel de Oliveira e Renata Voss e reúne textos de 7 pesquisadores sobre a fotografia.

O link da live colocarei aqui depois.

Agradeço muito pelo convite dos organizadores e foi uma surpresa muito bonita ver a minha foto na capa 🙂

O livro está disponível: https://edufba.ufba.br/livros-publicados/catalogo/potencialidades-da-fotografia-hoje

Curso de Fotografia Analógica no CultSP Pro

Esta semana abriram as inscrições para o curso em São Bernardo. do dia 8 de outubro a 12 de novembro, vamos ocupar o laboratório das 14h a 17h.

É um curso básico de manuseio da câmera, revelar e ampliar.

Terá câmeras disponíveis, se o aluno tiver equipamento com ajustes manuais – ou seja modelo SLR – dá pra usar.

Filmes, químicos, material de revelação e ampliação estão inclusos. É lindimais.

Adoro labs. 🙂

https://www.cultsppro.org.br/br/cursos/mapa-de-cursos/fotografia-anal%C3%B3gica

Curso 2º Semestre 2025 – Sesc Pompéia

O curso do Sesc Pompéia inicia em agosto – agora – e as inscrições serão no dia 6/8 para credencial plena e 13/8 para público geral. Sempre a partir das 14h

https://www.sescsp.org.br/programacao/anthotype-lumen-print-e-cianotipia-processos-fotograficos-artesanais

O curso vai ser um pouco diferente neste semestre. Serão 8 aulas, resolvi fazer técnicas mais possíveis de refazer em casa. E o curso começa bem no dia da fotografia então estou pensando se consigo fazer algo para comemorar a data com o pessoal nesse dia 🙂

Aproveitando que tem dia mundial da antotipia e dia mundial da cianotipia logo mais, seria interessante pro pessoal praticar essas técnicas nesse momento do ano.

Digital e analógico

Este mês ministrei mais aulas de fotografia digital do que de fotografia analógica. Costumo dizer que gosto das duas igual – é verdade – muitas coisas e tipos de foto é mais fácil de fazer com um determinado equipamento (como eu gosto de infrared mas é difícil comprar filme então digital é minha felicidade nesses momentos)

Fico imaginando que o pessoal que fez curso digital comigo deve achar outro mundo esses processos alternativos e câmeras analógicas. Como finalizei o semestre dia 15, resolvi bater uma foto em 4×5 da última turma com papel PB porque queria mostrar pra ele a diferença de cálculo de ISO e os pontos necessários para o tipo de suporte que escolhi. aqui o vídeo da revelação da foto da turma.

finalização do curso com as fotos impressas (ou reveladas) engraçado como o ponto de maior felicidade foi ter as fotos em papel. Fez toda a diferença no curso.
foto com a turma no Oswald – só fiz essa porque alguém lembrou de tirar foto da turma (eu tô sempre ligada no 220V pensando no conteúdo que até esqueço de fazer fotos)

Tenho me perguntado por vezes se o digital é mais fácil pra ensinar, ou se o analógico. A questão pra mim é que eu tenho a sensação que com o digital, especialmente com celulares, fica difícil falar de alguns conceitos técnicos porque alguns modelos já corrigem luz, brilho do rosto, automaticamente. Daí parece que o que eu falei (que ficou escuro, distorção) era mentira hehehe. Ou seja, na tentativa de facilitar para o público que não sabe a técnica, o próprio aparelho controla cada vez mais a imagem. (Flusser iria adorar discorrer sobre isso)

Enquanto isso volto à minha realidade e me deparo com minhas próprias experiências. Recentemente adquiri uma câmera de madeira toda surrada, foi praticamente de bônus por ter comprado uma outra câmera mais inteira. Na hora eu não achei que ficaria com ela, mexi um pouco e o fole estava soltando todo. Mas algo nela, de formato semelhante a 13x18cm (que é minha proporção favorita), me fez pensar que posso colocá-la para enxergar de novo. Lembrei de uma objetiva que ficou largada, quase foi ao lixo, e vi que ela encaixava nessa cam. Senti como se criasse algo de volta à vida, ela me lembrou o Frankenstein de Mary Shelley, o ser que só queria ser amado. (muita gente se referencia como um monstro a esse personagem, mas no livro dela ele não é só isso) Tem um personagem do Dragon Ball que é um andróide inspirado no Franks (eu já dando apelido) que é o Andróide 8 e Goku o apelida de Hacchan (Hachi=8 chan=terminação carinhosa, quando se tem familiaridade, enfim, não vou conseguir explicar essa parte direito :))

Hacchan 🙂

Exposição Suportes da Memória – MIS

Esta semana depois da aula no Sesc Pompéia fui ver a expo que acontece no Museu da Imagem e do Som. Já queria ir para ver a exposição permanente de câmeras e do German Lorca que estava adiando e dei uma corrida lá na terça-feira (que aliás é entrada gratuita neste dia da semana)

Eu sabia que teria a exposição de alguns itens do acervo e de processos históricos. Fiz stories no instagram e muita gente me perguntou onde era, apesar de eu ter marcado o Museu. (especialmente pela parte das câmeras) Pelo que entendi, fica até dia 22 de junho de 2025. Não consegui colar o link do site deles aqui – não permite visualizar por link incorporado. Segue endereço: Av. Europa, 158, Jd. Europa
São Paulo – SP – Brasil
CEP 01449-000

Adorei ver as imagens em albumina das represas da Cantareira – eu amo esse lugar – uma sala com a fala do Boris Kossoy sobre o trabalho do Hercules Florence, que acho que a gente devia dar mais atenção a ele. Os autocromos são necessários, as estereoscopias devem ser legais de ser vistas, gostaria de poder enxergar em 3D, minha mais nova mania.

a sala com o vídeo do Boris Kossoy

Os negativos em vidro

Tem a exposição permanente de câmeras

Fundamentos da Fotografia Digital I e II – CultSP

Mais uma vez estarei nos cursos do programa CultSP neste semestre.

Desta vez a turma de curso introdutório se divide em 2; o primeiro é para quem não fez nenhum curso, a segunda é pro pessoal que terminou o Fundamentos I no mês passado.

Fundamentos I – Terças-feiras das 19h às 22h Dia 10/6 a 15/7

Fundamentos II – Segundas-feiras das 19h às 22h Dia 09/6 a 14/7

https://www.cultsppro.org.br/br/cursos/mapa-de-cursos/fundamentos-de-fotografia-digital-i

https://www.cultsppro.org.br/br/cursos/mapa-de-cursos/fundamentos-de-fotografia-digital-ii

Breve História das Técnicas Fotográficas – Sesc Belenzinho

Em maio inicia um curso que eu gosto muito e dessa vez vai ser no Belenzinho.

As inscrições abriram ontem e é possível se inscrever pelo site ou app para credencial plena e para público geral será amanhã.

Datas: 29/05/2025 a 26/06/2025v quintas-feiras

Das 19h às 22h

https://www.sescsp.org.br/programacao/breve-historia-das-tecnicas-fotograficas

Eu tenho um carinho especial por esse curso porque história é muito legal.

Acredito que entender um pouco sobre o que se fez e como surgiu faz sentido para pensar em criar algo para o futuro. Ainda mais nesse país que teve um inventor da fotografia que ficou há muito tempo sem créditos.

Fotografia Alternativa no Sesc Pompéia

Neste semestre o curso do Pompéia será terças na parte da manhã, a partir do dia 29/04 até 16/6 das 9:30h às 12:30h Serão 8 encontros e teremos 3 técnicas.

Para quem tem credencial plena a inscrição se inicia dia 09/04 a partir das 14h e público geral dia 16/04 14h

https://www.sescsp.org.br/programacao/fotografia-alternativa-cianotipia-van-dyke-e-papel-salgado-introducao

Ciano, Antotipo e Foto PB no Belenzinho

Mês de abril tem mais um curso de fotografia no Sesc Belenzinho (Maio também tem)

Desta vez convidei o João Moreira pra falar um pouco sobre suas experiências e compartilhar o conhecimento sobre fotografia que ele têm pesquisado. O João é fotógrafo e ainda não trabalhava com fotografia até então, mas eu estou incentivando ele não somente como professora mas também porque vejo que ele é um pesquisador da fotografia. Vamos desenvolver quatro projetinhos neste curso: caderno com capa de ciano, marca-páginas a partir de antotipia, postal com lúmen print e fazer um retrato em papel PB.

Dia 24/4 a 22/5 – exceto dia 1º de Maio – das 19-22h

Sesc Belenzinho

https://www.sescsp.org.br/programacao/ciano-antotipo-e-fotografia-pb

Exposição em Braga – Fotógrafas Experimentais 11.03.25

Dia 11/3 – abre a exposição na cidade de Braga – Portugal. Enviei minhas imagens de São Paulo em infravermelho.

Acho que essas imagens têm mais a ver com o que eu penso da cidade do que com qualquer outro tipo de técnica que eu possa inventar de fazer para representar esse lugar. Lembra um pouco sonho mas é a captação nesse espectro que não é visível aos olhos.

A convite do amigo Guilherme Maranhão, que aliás devo agradecer pelo carinho, cuidado e sempre seu profissionalismo a respeito da fotografia, que continua de alguma forma a olhar para o Brasil, mesmo estando em Portugal.

O Gui é aquela pessoa que mesmo estando muito longe sempre está perto de mim, já que por onde ando no meu estúdio tem parafusos, câmeras, filmes e peças dele ainda. 😀

Segue abaixo links e texto sobre o projeto, copiados do site a seguir.

https://braga25.pt/programa/fotografas-experimentais/

O projeto Fotógrafas Experimentais prevê a programação ao longo de 2025 no café anexo à padaria Amor&Farinha em Braga. De Fevereiro a Novembro, cada mês será dedicado aos experimentos de uma artista com uma exposição, uma conversa e uma oficina.
Fotografia é experimental desde o seu nascimento, pois é resultado de uma série de reflexões e descobertas, essas por sua vez experimentais, novas e transformadoras. Experimentar é apenas um estado de espírito perante o desconhecido e o que está prestes a se tornar novidade.
Na sua evolução, a indústria a conquistou para democratizá-la e torná-la um negócio, mas sempre existiram cientistas, artesãos e artistas criando de outra forma, a partir de outro patamar. Ao longos dos últimos anos as mulheres tem sido um expoente na Fotografia Experimental e faz sentido dedicar uma série de exposições para ressaltar esse protagonismo, especialmente numa cidade que tem uma relação tão antiga com a fotografia.
Braga hospeda o segundo festival mais antigo na Europa dedicado à Fotografia, essa programação pretende somar a ele e se espalhar pelo resto do ano.

Independente da fotografia ser digital ou analógica, o experimentalismo ainda é um caminho viável para criar novas visualidades com esse processo que existe desde o século XIX.
Os experimentos dessas 10 Fotógrafas Experimentais servem para nos mostrar sua dedicação ao processo fotográfico. Algumas optaram por ir buscar o estado da fotografia antes da indústria, outras se apropriam de ferramentas altamente refinadas por anos e anos de desenvolvimento industrial. Suas recombinações são gestos delicados e políticos. Afinal, não se render às facilidades da tecnologia atual por si só já é um gesto político.
Uma parte desse grupo de 10 fotógrafas já esteve junto em uma outra exposição com curadoria de Guilherme Maranhão, chamada Raros, Vintages e Inéditos. É dessa experiência anterior que nasce essa proposta. Os trabalhos escolhidos para ambos os momentos são pequenos de forma geral e adequados a um espaço pequeno e acolhedor como o desta proposta. Prezam pela delicadeza do gesto, convidam o observador a imaginar os gestos utilizados pela fotógrafa que fez aquelas imagens.

Amor & Farinha
Praceta André Soares 7 4715-122 Braga, Portugal

A Braga 25 é uma iniciativa cultural com a duração de um ano que decorre no concelho de Braga. A sua programação resulta da colaboração entre o Município de Braga e a Faz Cultura.