Cianotipia no Sesc Itaquera

Sábado dia 01/10/2022 tem oficina de cianotipia de manhã, das 9:30h a 12h.

Ontem o link de inscrição não estava funcionando, mas estou tentando verificar isso com a programação. https://www.sescsp.org.br/programacao/foco-vivo-cianotipia-e-natureza/

A ideia é fazer uma estampa na sacola de algodão com as plantas da unidade. Assim já leva pra casa um ciano para transportar coisas 🙂

Agosto começou com tudo

E me atrasei pra postar aqui.

Tive um problema no meu computador e pra postar do celular é meio estranho. Mas estou tentando 😯😀 (eu falando waaa)

Amanhã já abrem as inscrições para os cursos do Sesc Pompéia. https://www.sescsp.org.br/cursos-regulares-das-oficinas-de-criatividade-retomam-este-mes/

E vai ter curso em Campinas agora dia 11/08 https://www.sescsp.org.br/programacao/experimentacoes-com-marrom-van-dyke-e-lumen-print/

Químicos novos para ciano e como começar

Preparei químicos novos para cianotipia, versões solução única e separado em parte A e parte B. Atualmente só vou fazer os reagentes com o citrato verde. Com 50ml, 100ml e 250ml de solução única. E 100+100ml, 250+250ml de solução em duas partes.

Resolvi fazer a solução única porque praticando um pouco no lab, fiquei feliz de achar um frasco com o químico pronto e não ter que misturar na hora. Pensei que para uma pessoa começar a fazer o processo deve ser mais fácil, sem precisar medir.

Desenhei rótulos novos que ainda não estão do jeito que eu gostaria mas pelo menos está melhor que antes

Eu tento fazer uma embalagem que proteja bem sem encarecer o produto, para fazer frascos personalizados em formato eu precisaria pedir uma quantidade muito grande, que além de ser um investimento grande para um produto que não é super popular, também tem a questão de armazenamento. Guardar 5 mil frascos por sei lá quanto tempo não me parece uma boa opção.

Muitas vezes quando preparo esse material para distribuir também fica a dúvida de como seria melhor escrever as instruções de uso. Como eu faço o processo há bastante tempo, preciso pensar nas dúvidas que as pessoas teriam fazendo o ciano em casa, sozinhos.

Nessa parte, meu manual de instruções está bem sucinto, mas conforme as perguntas das pessoas vão surgindo, vou desenhando um jeito melhor de fazer esse material.

Mas se você é uma dessas pessoas que está na dúvida de como começar, vou tentar organizar aqui os primeiros passos.

1. Estabeleça se quer começar com negativos ou fotogramas. Se for negativo vai precisar mandar fazer ou comprar transparências para impressora. Se for fotogramas, separar os objetos que quer utilizar, como folhas, objetos pequenos e planos facilita, tecidos, recortes.

2. Separe os materiais: papel de arte, aquarela, gravura. Qualquer papel que aguente lavagens. Vou dar mais detalhes sobre papéis depois. Pincel para passar o químico. Pote para colocar o químico, como uma vasilha ou becker. Eu recomendo utilizar uma base para proteger a mesa de trabalho e um papel toalha ou jornal em cima dele. Só para não virar um lugar todo manchado e contaminado. Uma bandeja para fazer a lavagem. Luvas e um avental são uma norma de segurança. Esses itens não só servem para te proteger mas também para proteger o processo todo. É uma boa prática se você tem interesse em técnicas mais rigorosas no futuro. Gordura e sujeira da mão não facilitam em nada o trabalho num laboratório. Vai precisar também de uma placa de vidro e uma base para prensar tudo junto com vidro. Presilhas.

Um secador de cabelos ajuda. Se você quer secar os papéis para utilizar logo. Tenha em mente que quanto maior a temperatura do ar de secagem, maior a influência no contraste da cópia.

3. Um local com pouca luz, lâmpada incandescente ou led para iluminar. Fluorescentes evitem uv que vai só deixar seu papel velado. É bom ter um local para estender as cópias molhadas. Você vai precisar de água corrente e área com sol para expor os papéis.

4. Para quem quer fazer com negativos, precisa mandar fazer ou imprimir. Eu indico a ZAP fotolitos na Lapa, pois eles já estão acostumados a fazer esse material pra muita gente na fotografia. Na Galeria do rock também tem as impressões de silk que funcionam super bem, mas eu nunca mandei fazer lá. Se fizer em casa pode comprar transparências para sua impressora e tentar.

5. Químicos. Eu tenho à venda, mas também tem do Labclube no Rio de Janeiro e do Retratista. Tem alguns importados também. Quando tem parte A e B, é só juntar em partes iguais, exemplo: 10ml de A + 10ml de B.

Começando a deixar tudo azul:

Trabalhe numa iluminação baixa. Sem luz do sol muito próxima, de preferência luz rebatida na parede. Uma iluminação baixa como luz de velas por exemplo seria o suficiente. Misture o químico no recipiente. Separe seu papel.

Dica importante: anote data no verso do papel e alguns detalhes como nome do papel. Se vc tiver ou não sucesso, vai ser um jeito de você estabelecer um diário de trabalho.

Passe o químico no papel. Estou torcendo para que tenha lembrado da minha dica de utilizar uma base para esse passo, com um jornal ou algum papel que você possa sujar embaixo do seu papel lindo escolhido. Tente fazer uma chamada uniforme,

Secar o papel. Secar completamente. Ele não pode estar úmido, secar de verdade.

Com folhas secas ou negativo, prensar papel sensibilizado com a matriz escolhida dentro do vidro e placa junto com as presilhas.

Deixar no sol. O tempo de exposição vai variar de acordo com muitas condições mas no sol direto pode ser de dez minutos a vinte. Nublado pode ser de 1 hora a muitas horas.

Tirar do sol e lavar na bandeja. Até três minutos é suficiente. A base esverdeada deve sair por completo. Se demorar mais que isso, talvez seu papel não seja o ideal.

Secar e admirar seu trabalho. 😉

(depois eu anexo fotos) claro que tem muitos detalhes de todos os passos, mas aqui tentei fazer uma lista para quem quer começar e nunca fez, porque recebi algumas dúvidas nos últimos meses e se for útil para alguém, agradeço se puder me avisar. 🙂

Vira vira cianotipia 2

Tempos atrás fiz um post sobre viragens.

Naquela época eu tentava mostrar apenas os procedimentos possíveis com materiais mais acessíveis. Chá, café.

Com o passar do tempo, refleti a respeito dessa opção de utilizar alimentos. Ainda é bem mais acessível do que comprar os reagentes mas ainda fico pensando.. devo tomar o café, oferecer pro santo ou passar no ciano?

Recebi um ácido tânico e resolvi fazer viragens, claro. Há possibilidade de utilizar cascas de árvores, especialmente daquelas que contém mais tanino. Os chás são utilizados justamente por isso. Mas é um tanino mais fraco.

Só que as medidas dos livros não funcionam muito bem para mim. Reage muito rápido e não dá tempo para acompanhar o desvanecer do azul e controlar o tom desejado.

Viragem ácido tânico – marrom avermelhado

Vou dar as medidas em colher de chá porque neste caso a quantidade é pequena, vai ser mais fácil do que medir.

Primeira parte: Rebaixador

Meia colher de chá para o carbonato de sódio em meio litro de água. Coloque a cópia nessa solução, aos poucos ela vai perder o azul. Se não tiver carbonato pode utilizar amônia que se vende em farmácia. Algumas gotas são suficiente. Ela é bem rápida para retirar o azul. Mas lembre que tem um cheiro bem forte.

Segunda parte: ácido tânico

Cerca de uma colher de chá de ácido tânico para 500ml de água. Eu começo assim. Então se for muito lento coloco mais. Dessa forma controlo melhor a intensidade de azul que quero deixar na cópia. Essa tende a ser mais lenta, cerca de vinte minutos. O resultado é visual, vai de acordo com a mudança de cor que se deseja.

Viragem roxa com ácido gálico. Pequenas paisagens

Viragem roxa

Primeira parte: Rebaixador

Igual ao anterior.

Segunda parte: ácido gálico

Cerca de meia colher de chá de ácido gálico. Com esse reagente a mudança de cor será muito mais rápida. Em poucos minutos a imagem ficará mais escura.

Nos dois tipos, após a viragem eu só lavo o papel por no máximo três minutos e deixo secar.

Viragem roxa é algo que faço há tempos, mas não sabia onde eu queria utilizar. Fiquei um tempo pensando nessa cor.

O roxo tem muito a ver com o azul. Historicamente e em alguns pigmentos são similares em sua estrutura.

Pensando nas ideias sobre azul, o roxo fez muito sentido para mim a fim de intensificar seus significados. Esse azul que tem algo de tão intenso e magnífico e que de certa forma pode parecer tão triste e introspectivo.

Eu estava lendo um livro sobre percepção da imagem. O livro começa sobre a importância do vazio na imagem. Próximo post vou escrever sobre isso.

O ácido gálico foi um dos primeiros reagentes utilizados como reveladores na fotografia.

Como fiz caixas para luz uv

Fiz algumas.

Vou mostrar aqui um pouco do que acho interessante pra montar uma caixa de luz. E vou mostrar algumas que já fiz.

No começo do ano eu montei duas. E não poderei montar por um tempo. Eu demoro muito pra fazer uma. Se não ficar do jeito que eu quero, nem consigo dormir. E esse ano eu acabei montando duas que não ficaram do jeito que eu realmente queria porque eu mudei de casa e não tinha mais as ferramentas e os acessórios.

Minha primeira caixa de luz que está atrás (tecnicamente segunda mas a primeira estava desmontada) No Sesc Santos 🙂

Nessa época eu precisava de uma caixa que coubesse muitas imagens de uma vez. Pedi pra fazer essa da foto acima que era ótima. Só desmontei porque ela não cabia muito bem nos carros alugados. :/ Feita de compensado e 6 lâmpadas 30w

Depois dessa, fui mais comedida no tamanho e montei uma que coubesse em qualquer carro e que fosse leve. Resolvi montar com mdf 6mm com perfil de alumínio. A altura foi a mínima possível e ainda cabiam bandejas dentro dela.

Eu montei tudo e pintei por dentro e por fora.
eu e ela em Campinas

Pintei de azul porque era a tinta que eu tinha. Ainda preciso reformá-la. Não gosto muito do mdf mas era barato. Usei 4 lâmpadas 30w Narva que estavam na outra caixa. Para essa fiz uma extensão que dá para guardar o fio dentro dela, assim não fica um cabo pendurado. Não foi a melhor opção, nem deu pra fazer uma portinha para o cabo na época. Ainda preciso instalar ventoinhas.

Nesse meio tempo fiz caixas encomendadas para pessoas que me pediram. Fui testando projetos e acertando detalhes. Desenhei muitas caixas.

No meio disso tudo veio aquele trabalho das capas de Melville. Montei a primeira estrutura de mesa de luz que eu tinha, que era cerca de 120cmx70cm (enorme) Acoplei numa mesa. Ficou horroroso mas na época funcionava para mim.

Mas eu precisava de outra. Montei mais uma de 120cmx50cm para colocar embaixo da última. Nem tirei foto. E eu tinha mais uma que era um esqueleto de caixa. Porque ela funcionava como teste de altura para as lâmpadas. Então ao todo usei 4 caixas ao mesmo tempo.

Foi nesse momento que eu percebi que o tempo de exposição variava muito de acordo com a energia elétrica do local. Quando ligava uma apenas, dava cerca de 15 minutos por exemplo. Ligava três, aumentava para uns 23 minutos. E percebi que quando trabalhava num local e que de repente começava um show do lado, o tempo de exposição demorava muito mais também.

Enfim, desmontei quando percebi que não queria fazer tamanhos muito grandes. Me exigia muito tempo e dinheiro. Fora o espaço. Comecei a entrar na onda de ter menos coisas e foi bom, porque quando tive que me mudar já estava me desfazendo de muitos objetos desde o ano passado.

Me ajudaram muito mas tive que me desfazer. uma tinha umas 10, outra 15 lâmpadas. Da direita foi a minha primeira, já deve fazer uns dez anos comigo.

A mesa de luz com quinze lâmpadas (sim, muita lâmpada) era uma estrutura usada e eu montei numa mesa. E elas funcionaram por muitos anos. Na verdade uma parte dela seria doada para o Sesc Pompéia e eu estava montando uma pra lá com partes dela. Mas como o Sesc fechou e eu não tinha onde guardar as peças, parte da madeira tive que descartar e algumas lâmpadas foram vendidas, outra parte eu fiz uma caixa de uv para serigrafia que uma amiga precisava.

Fiz mais de dez caixas de tamanhos variados. O desenho abaixo é um dos projetos. a porta de abertura é assim para dificultar a visão das lâmpadas mesmo. Ela é feita para ser razoavelmente fácil de transportar, caso precise mudar de lugar constantemente, ou guardar de pé.

Este é um projeto menor

O que acho interessante numa caixa de luz:

  • é melhor quando o reator fica num compartimento separado das lâmpadas. Muitas vezes não dá pra separar, mas seria o ideal.
  • A altura mínima da lâmpada para onde ficará apoiada a imagem pode ser a partir de 17cm com espaçamento de 7 cm para cada lâmpada. Mas se puder fazer numa altura maior acho melhor.
  • Ventoinha ajuda muito mas se não tiver funciona. Só que quando o interior da caixa fica muito quente, tende a afetar o tempo de exposição.
prefiro esse botão que indica que está ligada. Tem na Santa Efigênia.

Dá pra colocar um botão na portinha que só deixa acender a luz quando a porta se fecha. Acho muito bom para segurança. Se for construir uma, evite entrar em contato com a lâmpada ligada diretamente em você.

Para testá-la uso um óculos de solda para saber se estão todas funcionando.

Dentro do possível deixo as lâmpadas mais escondidas quando é aberta.

só para tirar foto ela fica aberta e ligada.

Existem caixas de luz com lâmpadas mais potentes e dá pra construir com vácuo. Só que o preço vai aumentando consideravelmente. Essas lâmpadas fluorescentes são bem acessíveis. Dá para montar com led só que o tempo de exposição é maior. Não que tenha problemas, mas para as aulas que eu dava, qualquer aumento de tempo era limitante.

Lista:

  • material mdf ou compensado (prefira o compensado)
  • muitos parafusos. (não gosto de pregos) Depende do tamanho mas uso cerca de 80.
  • Dobradiças
  • Fecho
  • Pés de plástico
  • Alça (uso de mala mesmo)
  • Soquetes
  • Fio elétrico
  • Plug para tomada
  • botão liga/desliga
  • Refletor
  • Lâmpada luz negra (UV)
  • Reatores
  • coloco também plaquinha para indicar a voltagem
  • Quando possível prefiro dar acabamento da madeira. Lixei, pintei com primer automotivo por dentro e uma camada de tinta prateada. E lixadas entre os produtos (se é pra fazer, capricha) 😉
  • E por fora dei o acabamento. Eu gosto de marchetaria, mas pintar também fica bom. Protege o material e fica bonito. (já disse, se é pra vc mesmo, porque não fazer algo bonito. E se fizer pros outros também (; )

Ferramentas:

  • serra ou serrote (se precisar cortar algo, ou se vai comprar tudo cortado)
  • furadeira e se tiver parafusadeira
  • chaves philips ou fenda
  • alicate ou estilete para desencapar os fios
  • Fita isolante
  • conectores elétricos (opcional)
  • Se for usar o botão gangorra, precisa de ferro de solda e a solda de estanho
  • se for pintar, lixas, pincel ou rolinho 🙂
  • um paninho e uma escovinha pra limpar a sujeira.

Não fotografei nenhum passo-a-passo 😦

Toda vez que eu montei uma estava com muita pressa. Um dia ainda monto de led, porque eu tenho a fita de led me esperando, embora eu já saiba que ela queima fácil um led ou outro. Se quiser led, melhor é montar o circuito.

Esta foi um projeto para ensinar a fazer, junto com Guilherme Maranhão e Washington Sueto.

Acima, projetamos uma caixa para ensinar a construir. Com luz na parte de cima para visualizar negativos.

esta foi uma das primeiras que fiz pequena. Era uma encomenda e um teste.

Acima, minha primeira tentativa de caixa pequena. Me pediram uma e como era um teste sei hoje que tem umas falhas, de desenho mesmo. Devia ser um pouquinho maior e minha ligação elétrica não ficou das melhores. Foi dado acabamento polido com primer e tinta prata dentro. Por fora marchetaria com folhas que eu tinha. A ideia do padrão superior é para mim relacionado a movimentos em vários sentidos para o olhar ficar tentando buscar um caminho de conexão. As linhas da lateral pra mim são como sons. Parece muita viagem mas pra mim tem esse sentido. Não sei se a pessoa gostou mas era o preço a pagar pelo meu teste.

Cursos de Fotografia – do digital ao histórico

Sim!

van dyke camp-55

Essa semana abriram as inscrições para os cursos regulares no Sesc Pompeia!!

O curso de processos históricos é de sábado à tarde, das 14:30h a 17:30h de 7/4 a 23/6

 

As inscrições estão sendo realizadas de uma forma um tanto diferente dessa vez.

Leia atentamente o regulamento a seguir:
Regulamento para participação do processo de inscrição das Oficinas de Criatividade
1. 1ª ETAPA: FORMULÁRIO DE INTERESSE
a. Os cursos regulares das Oficinas de Criatividade são agrupados em áreas artísticas: História da Arte; Fotografia; Arte Têxtil, Desenho e Pintura, Técnicas Tridimensionais, Gravura, Cerâmica e Tecnologias. Os formulários de interesse são 5, e agrupam os cursos/áreas – verifique a qual área pertence o curso do seu interesse;
b. Para a etapa de preenchimento do formulário de interesse cada participante poderá se inscrever em apenas um curso e/ou uma turma de toda a grade de cursos. Você pode indicar, dentro do mesmo formulário, 2 opções de curso – caso a primeira opção se esgote, será considerada a segunda;
c. A triagem das vagas dos cursos será feita por meio do preenchimento e envio do formulário de interesse, que estará disponível nesta página e no site das Oficinas (oficinas.sescsp.org.br) a partir das 10h do dia 20/03 até 22/03 (exclusivamente para o público Credencial Plena), e a partir das 10h do dia 27/03 a 28/03 (para público geral Credencial Atividade e MIS), a depender do número de vagas disponíveis;
d. Credencial Plena: para encaminhar a ficha de interesse é obrigatório que a credencial esteja dentro do prazo de validade;
e. As vagas dos cursos serão preenchidas por ordem de envio dos formulários de interesse. Os(as) interessados(as) que preencheram e enviaram o formulário e não foram contemplados estão automaticamente em fila de espera. Havendo desistências antes ou após o início do curso, esses nomes serão consultados por telefone ou e-mail a respeito da intenção em participar do curso em questão;

f. Formulários enviados fora das datas e horários estipulados serão desconsiderados;

g. IMPORTANTE: o preenchimento e envio do formulário de interesse não garante a inscrição no curso.
2. 2ª ETAPA: INSCRIÇÃO PRESENCIAL
a. Os nomes dos(as) interessados(as) contemplados serão divulgados no portal do Sesc São Paulo e também estarão disponíveis em suportes de comunicação localizados nas Oficinas de Criatividade e na Central de Atendimento do Sesc Pompeia, a partir das 14h nos dias 23/03, sexta-feira (Credencial Plena) e 29/03, quinta-feira (público geral);
b. Os(as) participantes selecionados(as) devem comparecer no Sesc Pompeia, portando a credencial (Credencial Plena, MIS ou Credencial Atividade*) na validade, nos seguintes dias e horários para efetivar a inscrição:
• 24 e 25/03, sábado e domingo, das 10h às 17h – Credencial Plena
• 31/03 e 01/04, sábado e domingo, das 10h às 17h – Público Geral (Credencial atividade e MIS)
*Caso o interessado não possua Credencial Atividade, ele poderá fazer na Central de Atendimento do Sesc mais próximo de sua casa.

c. Para completar a inscrição no curso do seu interesse, o(a) participante deve, após o atendimento, pagar o boleto referente à primeira mensalidade do curso na bilheteria ou na Loja Sesc até às 21h do dia da inscrição.

d. O não pagamento do boleto logo após o atendimento presencial deixa a inscrição incompleta e a vaga em aberto. Dessa forma, o(a) interessado(a) é automaticamente excluído do curso, e sua vaga fica disponibilizada para a fila de espera.
e. Caso o(a) interessado(a) contemplado com a vaga do curso não possa comparecer pessoalmente nos dias descritos para efetivar sua inscrição, uma pessoa pode vir no seu lugar, portando seu cartão de matrícula na validade e dados pessoais atualizados para confirmação.
••• Valores dos cursos:
– 3 parcelas de R$ 24,00 (Credencial Plena – trabalhador do comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes)
– 3 parcelas de R$ 32,00 (Credencial MIS)
– 3 parcelas de R$ 40,00 (Credencial Atividade com desconto – idoso, aposentado, estudante, servidor da rede pública de ensino)
– 3 parcelas de R$ 80,00 (Credencial Atividade)
3. VAGAS REMANESCENTES
Havendo vagas, os(as) interessados(as) poderão se inscrever em mais de 1 curso a partir do dia 03 de abril, na Central de Atendimento do Sesc Pompeia.

 

E no Sesc Belenzinho tem Fotografia Digital nas quartas à tarde, já passou o primeiro módulo, mas mês que vem já tem o segundo módulo sobre Fotografia e Linguagem Visual.

Das 14h às 17h quartas feiras.

 

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cianotipia, cianotipie, cyanotype, cianotipija, cianotip

Esta técnica que oferece tons azuis num papel é feita a partir de dois químicos, citrato férrico amoniacal verde e ferricianeto de potássio. Junta-se os dois e está pronta uma solução sensível ao espectro de luz ultra violeta. 

Simples assim, com um pouco de sol e vualá! Lava-se com água e terá um resultado bem bonito.

Quando comecei a estudar fotografia ( lá vou eu pros primórdios) eu havia lido sobre a técnica e não tinha entendido nada de como fazia. Parecia tudo muito secreto e escondido e eu imaginava que um dia ia entender melhor. A questão era que esse tipo de informação fui procurar em português e na época pouca coisa tinha disponível na internet. 

Mas é simples assim como a luz que nos “alumia” e complicado assim como com as coisas que a gente não entende. 

Fórmula:

A- 25 g citrato férrico amoniacal verde + 100ml água

B- 10 g ferricianeto de potássio + 100ml água

Guarde separado. Para uso misture 1 parte A + 1 parte B ( ex:20ml A+20mlB) – já faz bastante foto, acredite.

Expor em mesa de luz UV ou no sol. O tempo varia de acordo com a intensidade de UV. 

Lave a imagem por uns 3 minutos. Muita água faz a imagem ficar mais fraca e você gasta mais água.

 

Daí tem gente que não gosta do azul. Isso não é de hoje, historicamente considerado de baixa qualidade.

Tem a possibilidade de fazer viragens, caso enjoe da cor. Muita gente faz com ácido tânico, encontrado em alguns chás, daí viragem no chá, no café, com seiva de plantas..

Fiz uma vez a viragem que deixa com tons roxos, a partir de ácido gálico.

Resolvi escrever sobre esta técnica porque achei uma foto de oficina em Sorocaba no Sesc de lá e fizemos com o sol.

 

Imagem

um fotograma tomando solzinho..

 

Imagem

depois as imagens prontas secando.

 

Aproveitando para linkar uma coisa na outra, semana que vem tem curso de cianotipia em Pinheiros-SP com a Simone Wicca

dia 7 de julho 20h e seguem informações maiores aqui: wiccaverna