Curso 2º Semestre 2025 – Sesc Pompéia

O curso do Sesc Pompéia inicia em agosto – agora – e as inscrições serão no dia 6/8 para credencial plena e 13/8 para público geral. Sempre a partir das 14h

https://www.sescsp.org.br/programacao/anthotype-lumen-print-e-cianotipia-processos-fotograficos-artesanais

O curso vai ser um pouco diferente neste semestre. Serão 8 aulas, resolvi fazer técnicas mais possíveis de refazer em casa. E o curso começa bem no dia da fotografia então estou pensando se consigo fazer algo para comemorar a data com o pessoal nesse dia 🙂

Aproveitando que tem dia mundial da antotipia e dia mundial da cianotipia logo mais, seria interessante pro pessoal praticar essas técnicas nesse momento do ano.

Plantas e imagens fotográficas sensíveis

outro dia percebi que escrevi posts de atividades e esqueci nos rascunhos :/ :/ :/

Uma delas era sobre uma atividade que teve no Sesc Interlagos sobre anthotype.

Então pensei em escrever um pouco sobre esse processo, que já errei muito e já acertei um tanto.

Mas antes vou anunciar o novo livro na qual participo com uma contribuição junto a Simone Wicca, iniciativa de Malin Fabbri do site http://www.alternativephotography.com

É uma grande honra e um prazer, já que o site me ajudou muito desde o início das minhas empreitadas foto-alternativas.

O termo emulsões talvez seja um pouco fora do que é na verdade. Não seria bem uma emulsão que preparamos para um antotipo, mas acho que vale a carga histórica da fotografia.

O tema era Esperança. Na hora pensei na Caixa de Pandora, que parecia se encaixar um tanto com a questão pandêmica. Simone também curtiu a ideia. Mas queríamos que a esperança saísse da caixa. Nosso trabalho foi feito com o uso de serragem de pau brasil. Afinal é uma pesquisa que tenho feito bem lentamente, a respeito do uso de plantas nativas e também de plantas tintureiras.

Quinze anos se passaram desde que fiz minhas primeiras experiências com plantas. E acho que esse blog começou um pouco antes disso. Vou dizer que as minhas primeiras impressões em relação ao anthotype não mudaram tanto desde então. Tecnicamente. Mas pude ver e acompanhar muitas pessoas a descobrirem esse processo, principalmente agradeço ao Sesc por me dar essa oportunidade na maioria das vezes. Quando comecei de forma rebelde a pesquisar sobre essa vertente efêmera não tinha a menor ideia de que viraria trabalho. E sempre a Simone foi minha amiga que me empurrou para muitas coisas legais, como essa participação no livro.

Vou explicar um pouco sobre meu percurso. Era um momento em que eu perdi muita coisa numa graduação que me deixava apaixonada todo dia pela fotografia. Mas de repente perdi minha orientadora, que foi demitida. Aos poucos queriam retirar o laboratório preto e branco e colorido e os processos alternativos, com a alegação de que a fotografia seria apenas a imagem digital.

Então meu trabalho foi a respeito dos processos com plantas e sobre a efemeridade da vida e talvez até da imagem digital. Comecei meu texto citando Marx. As imagens eram sobre objetos que seriam substituídos por outros (câmera de filme), imagens de álbum de família, lugares que de certa forma foram abruptamente tomados de mim.

E depois de um pouco mais de pesquisa também pelo site alternative photography cheguei no nome de Mary Somerville, que amiga de John Herschel, troca correspondências com ele a respeito do processo. Só que em nos textos sobre o processo dificilmente seu nome aparece. Porque nesse momento as mulheres não podiam publicar estudos científicos.

Enfim me faz pensar em muitas questões sobre a mulher e a produção artística e cultural. Mas isso é tema para outra conversa, porque vai ser longo.

E enquanto eu colocava meus primeiros antotipos em cima do telhado eu ficava me perguntando o que os vizinhos iam entender se explicasse para eles. É muito fora da realidade, é coisa de gente estranha? Estudei 4 anos pra usar plantas pra fazer foto. Tô subindo no telhado pra fazer meu trabalho de conclusão.

O fato é que essa pesquisa começou com uma curiosidade e parecia algo simples de ser produzido e um conceito interessante para um primeiro contato com a ideia da formação da imagem fotossensível.

E no final acredito que seja uma ótima ferramenta para se pensar nas imagens num mundo em que vivemos conectados com a tecnologia e que as fotografias são tão instantâneas que não é preciso mais fazer nada além de deslizar os dedos pela tela de um celular para fazer ou modificar muitas imagens.

Outro dia mesmo recebi mais de cem fotografias de um treino e só guardei três.

E essa imagem fotossensível que volta o olhar para as plantas. Eu sempre ouço nas aulas que depois de ter o contato com a técnica as pessoas começam a olhar mais para as plantas na rua. Pensam se vai dar certo, experimentam. Põem-se a perceber as texturas e os cheiros. Analisam as formas e espessuras das folhas. As cores das flores começam a ter outro sentido.

E para começar a estudar o processo comecei a estudar algo além da comida, plantas não convencionais e das plantas nativas. Pensar na posição do sol no meu dia a dia, para saber quanto tempo de sol bate na janela.

Pessoas muito ansiosas precisam fazer um esforço um pouco maior para produzir imagens tão lentas. É um desafio e ao mesmo tempo um exercício de auto controle. Tentar dominar esse tempo dentro de si.

O momento mágico desse processo não é o aparecimento da imagem aos nossos olhos, como quando vemos a fotografia surgir no revelador, mas a noção de que a imagem surgiu a partir das plantas, naquele papel que colorimos com um sumo e que escancara essa reprodutibilidade ou em cima de uma folha de planta.

Quando iniciei esse estudo eu ampliava as imagens em fotolito. Ou filme gráfico. Com algumas experiências vi que a imagem bem densa seria melhor para obter algum detalhamento a mais no processo. Por isso busquei fórmulas específicas para fotolito (kodalith) e preparei um revelador próprio. Hoje em dia envio o material para a gráfica para fazer o fotolito, já que esse material que eu utilizava no laboratório não é mais fabricado.

Post a atualizar – tem muita coisa pra escrever, vou fazendo aos poucos 🙂

Imagens em pau-brasil – anthotype

Enquanto pesquisava sobre plantas e pancs e fazer algum trabalho que tivesse algum significado pra mim, resolvi utilizar plantas nativas do Brasil para a produção de antotipias. Vez ou outra comento nas aulas, nos cafés e encontros com as pessoas que para o processo cheguei a estudar um tanto de tingimento natural e acho que nessa pesquisa de procurar comida, cor e verdade com significado só fazia sentido pesquisar o nativo.

Então num curso online resolvi investir no pau-brasil. Até então tive mudas dele mas não tinha pensado em usar para o anthotype. Comprei uma serragem e fiz alguns testes. É tão bonito que dá vontade de sair colorindo tudo mesmo.

Não lembro se comentei que papéis diferentes dão cores diferentes. Tem a ver com ph do papel. Peguei dois papéis abandonados no lab e passei o sumo.

Mesmo sumo. Papéis diferentes

A parte desvantajosa de utilizar papéis abandonados é que depois pra fazer de novo é quase impossível. Os papéis não eram meus e ficaram pelo menos uns três anos numa gaveta. Essa questão do pH é algo que sempre comento na aula mas muitas vezes eu acho que as pessoas só percebem quando vêem o resultado, ou seja, a cor.

Então montei esses com imagens.

No estúdio não tenho sol direto. Então deixo na janela um tempo e quando lembro vou olhar.

Seis dias depois retirei a imagem da esquerda.

Dá pra ver a diferença de cor apesar das imagens não estarem calibradas (foto de celular né)

E o resultado

O outro papel ainda está no sol. Fotografei hoje pra saber como estava, só que ainda está em processo.

vou deixar mais uns dias 🙂

Esse mês de julho vai ter oficina, em breve volto aqui.

Fico me perguntando certas vezes sobre essa produção de antotipias quando alguém aponta a durabilidade da fotografia. Afinal foi uma questão pontuada no meu TCC de graduação. Nossas imagens efêmeras nos cercam todo dia. Nos stories de Instagram, daquelas que a gente nunca mais vai ver se não clicar naquele dia.

As imagens da cidade que se alteram constantemente e logo um graffiti ou luminoso pode ser trocado ou substituído. As nossas paisagens diárias mudam conforme mudamos de endereço. E todo dia não sinto que continuamos os mesmos.

Curso online Antotipia no Sesc Pompeia – FestA

Dia 17 de março abrem as inscrições para o FestA – Festival de Aprender e neste ano farei a atividade online dia 20 e 27 de março, das 10 a 12h de antotipia para o sesc.

Dias 20 e 27/3, sábados, das 10h às 12h
Fotografia Artesanal: Antotipia
Com Beth Lee
O curso é baseado numa técnica inventada no século XIX feita a partir do uso de sumo de flores, frutos, plantas em geral para a produção de uma cópia fotográfica. Por se tratar de materiais naturais, não existe um método de fixar a imagem permanentemente. O Anthotype é um processo positivo-positivo, para a técnica é necessário o uso de uma imagem matriz positiva. Beth Lee é bacharel em Fotografia Aplicada pelo Centro Universitário Senac, fotógrafa e laboratorista. Ministra aulas em cursos técnicos e livres de fotografia. Tem como pesquisa processos fotográficos históricos, analógicos e artesanais. Participou de algumas exposições coletivas.
Você vai precisar de: papel para desenho, gravura e/ou aquarela; transparências para impressora ou papel vegetal e imagens digitais de alto contraste; objetos planos como folhas ou flores secas de plantas; placa de vidro ou acrílico; placa plana de mdf ou qualquer placa para ser usada junto ao vidro com o objetivo de prensar papéis e matrizes (transparências ou folhas secas); presilhas para segurar as placas; pincel; suporte ou vasilha para macerar as plantas (algo parecido com um pilão); pedaço de tecido para filtrar o sumo; plantas, flores e/ou raízes; água ou álcool. Estimativa de gastos com material: R$30,00.
Onde? Plataforma Zoom
Inscrições a partir das 14h do dia 17/3 em sescsp.org.br/inscricoes
Informações: Sesc Pompeia
Vagas limitadas. 14 anos. Grátis.

Segue o Link para as atividades de cursos:

https://www.sescsp.org.br/online/artigo/15166_A+PROGRAMACAO+DO+FESTA+FESTIVAL+DE+APRENDER+2021+ESTA+AQUI##cursos

E segue o link de inscrições que só abre dia 17!

https://inscricoes.sescsp.org.br/online/#/inscricao

Além disso o Sesc preparou um almanaque super bonito e pode ser baixado neste link:

https://sesc.digital/conteudo/artes-visuais/almanaque-festa

Antotipia – Anthotype – anthos e flores

Quando eu comecei esse blog eu lembro bem. Exatamente o dia. Foi num momento em que eu estava na faculdade e divagava sobre o mito da caverna e sobre tantas coisas que eu gostaria de escrever. Só de pensar na ilusão dava muitas ideias. A ideia de juntou com a perspectiva de enxergar os espectros invisíveis então deu mais surrealidade para a imaginação de uma pisciana com Sol casa 5.

Um belo dia achei um texto sobre uma possibilidade de produzir fotografias com sumo de plantas e minha alma hippie (deve ser uns 20%) não resistiu. Isso foi em 2007 e obviamente tentei com as flores que eu tinha.

Escrevo mais uma vez aqui sobre anthotype. Este processo maravilhoso descrito pela primeira vez por John Herschel, cientista e astrônomo que, como eu, era pisciano e provavelmente vivia no mundo da lua como eu vivo. um pouco… :/

Aviso também que logo teremos um curso sobre a técnica – online. E avisarei por aqui. Espero que tenham interessados.

A técnica se resume em macerar plantas, flores, folhas ou frutos. Sementes, raízes. Passar no papel e expor ao sol com alguma matriz – foto ou fotograma

anthotype em papel – amoras Esta foi uma das primeiras imagens publicadas aqui

Mas as flores – sim! as flores que dão o nome à técnica – é sobre o que gostaria de discorrer aqui. Ideias e o que eu testei ou está na lista para testar.

Anthos vem do grego para flores. anthotype se refere a flores. No entanto como homenagem ao Herschel eu me refiro a todo tipo de fotografia com plantas de antotipia.

Flores de cores mais intensa em geral oferecem melhor resultado. Já me perguntaram muitas vezes se é possível usar flores brancas. Até onde eu sei não funciona. Mas não testei muitas vezes.

Comecei a plantar muita clitoria ou feijão borboleta. Ela é azul e muito usada para fazer um chá por causa de sua cor. Sequei algumas e fiz meu estoque. Plantei capuchinha mas assim que vieram as primeiras flores, quem disse que eu consegui usar pra anthotype?

Outra planta que despertou uma curiosidade para esta técnica é a grumixama, nesse caso o fruto. Grumis, como eu costumo chamar, planta nativa que dá esse fruto que lembra uma cereja mistura de jabuticaba (pra mim né). Eu gosto tanto. Conheci pelo blog na Neide Rigo. Plantei duas mudas mas dei de presente. Sinto uma falta tremenda das plantas.

E será que dá pra fazer com espada de São Jorge? é o que tenho aqui.

Se der certo posto aqui.

Janeiro . Anthotype no Sesc Santana

Semana que vem já tem curso de anthotype no Sesc Santana.

Terças e quintas a partir do dia 15 de janeiro, das 15h a 17h.

 

https://www.sescsp.org.br/aulas/177725_FOTOGRAFIA+EM+ANTHOTYPE

Captura de tela 2019-01-09 21.07.55.png

(De noite tem o curso do Edison Angeloni de Pinhole, como está ali na parte direita da imagem)

A parte comemorativa pra mim é que esse ano faz dez anos que dou oficina desse processo, que me faz refletir sobre a vida, sobre imagens, sobre permanências.

Esse estudo se iniciou por uma curiosidade em 2007 e virou trabalho de conclusão de curso porque representou naquele momento tudo que eu estava perdendo. Meu projeto era completamente outro, com outra professora orientadora, mas no meio do ano ela foi demitida. Ao mesmo tempo estávamos perdendo espaço para o ensino focado em tecnologia digital e eu não acho que a fotografia pode ser resumida em digital x analógico – especialmente numa faculdade de fotografia – acredito ainda que as duas coisas são uma só e elas se integram, não são coisas separadas pra mim.

Então as imagens relacionadas ao processo no TCC continham essa reflexão sobre as coisas e sua duração. A permanência das imagens – digitais e analógicas – as relações pessoais, os lugares em que vivemos… Nas imagens coloquei alguns objetos como álbum de família – que era da minha família mas eu não sei quem são (isso já é outra história) – a câmera que meu pai usava para fazer as fotos de família – e foi com ela que tirei a primeira foto que me fez sentir gosto pela fotografia – entre outras.

Essas últimas semanas tenho feito uma limpeza geral nos arquivos e lembro da ideia do projeto: muita foto tive que jogar fora, porque já não fazia mais sentido guardar, as relações pessoais mudam, os cachorros e gatos morreram, a foto dos irmãos que eles não gostariam de ver..

Agora a ideia da permanência da imagem feita a partir de anthotype tomou outro rumo quando comecei a pesquisar plantas tintureiras. Só que ainda não tenho nenhuma conclusão satisfatória sobre isso, tenho plantado algo aqui e ali. Se der certo postarei algo. Eu deveria ir estudar isso junto a uma instituição – pesquisar com verba própria tem seus problemas e leva um tempo.

Basicamente o anthotype é feito com o sumo de plantas ou a planta em si para fazer uma cópia fotográfica.

Para fazer essa técnica utiliza-se uma matriz – um positivo em transparência para gerar outras imagens positivas nesse material preparado com plantas.

E precisamos de uma fonte de luz Ultravioleta bem forte pra produzir nossas imagens, como o Sol, que está bem abundante nessa época e deixaria com inveja até o Herschel nessas horas, que produzia seus anthotypes no calor nublado londrino.

Eu costumo compartilhar meu texto com quem pede, mas confesso que aquilo foi só um início e eu aprendi muito mais depois. Hoje eu acho que tem trabalhos muito mais completos sobre o assunto.

Anthotypes-ElizabethLee-2008

Relógio – Anthotype 2008 – Beth Lee – essa imagem é do TCC e uso de quando em quando pra divulgação. O relógio tem a ver com o tempo, mas especialmente esse é um relógio quebrado, abandonado, pois meu pai era relojoeiro e consertava o tempo das pessoas.

 

Só tenho a agradecer ao Sesc e às pessoas que me contratam por poder esse conhecimento a tantas pessoas, não sei até quando continuaremos mas se houver corte no sistema S talvez esse trabalho… sei lá – e eu vou ter que buscar outras alternativas pra continuar me virando com fotografia.

Criar imagens . imaginação . permanência

Tenho lido um texto sobre fotografia e cinema. André Bazin em Ontologia da imagem fotográfica, eis o trecho:

“Niépce e Lumiére foram seus redentores. A fotografia, ao elevar ao auge o barroco, liberou as artes plásticas de sua obsessão pela semelhança. Pois a pintura se esforçava, no fundo, em vão, por nos iludir, e essa ilusão bastava à arte, enquanto a fotografia e o cinema são descobertas que satisfazem definitivamente, por sua própria essência, a obsessão de realismo.”

Ora penso aqui, enquanto travo um embate na minha cabeça com a explicações para um texto sobre a fotografia analógica e alternativa, que a tecnologia digital também liberta todas as outras técnicas fotográficas da necessidade comercial e da busca pela imagem com maior resolução, mais 3d, mais 4k, enfim!! Estou escrevendo sobre isso, essa parte é só meu esboço de um pensamento. Mas criar imagens com essa liberdade toda, é algo a se explorar..

Semana que vem começa uma oficina no Sesc 24 de Maio, de terça a sexta das 14h a 17h. A ideia é é criar cenas, retratos ou texturas retrofuturistas, com o uso de montagem em programa de edição de imagens, para fazer cópias em processos fotográficos do século XIX, como o cianótipo e o marrom van dyke. Vamos exercitar um pouco os neurônios pra criar cenas que não existem, liberar a imaginação porém com tema.

https://www.sescsp.org.br/aulas/159755_FOTOGRAFIAS+HISTORICAS+DO+RETROFUTURO

Divulga-ProcessosHistoricos-BethLee

e na semana seguinte tem uma outra atividade que gosto muito,

Vamos fazer uns retratos com minha câmera de madeira sim! E fazer as cópias em marrom van dyke! uou…

https://www.sescsp.org.br/aulas/159806_RETRATOS+EM+CAMERA+DE+MADEIRA

Divulga-Retrato-CameraMadeira-BethLee

 

Mês que vem!!!! Agosto tem anthotype e cianotipia no Sesc Paulista aos fins de semana e anthotype também no Sesc Bertioga!!!!

 

https://www.sescsp.org.br/online/artigo/12097_JARDINS+LINDOS+DE+VER+E+FAZERCaptura de tela 2018-07-14 14.42.34

Van Dyke vai pra Campinas

 

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van dyke, nu 2017

 

Amanhã começa um curso de fim de semana no Sesc Campinas, sábado e domingo das 11h às 18h – com uma pausa para almoço.

Para o festA!  estarei no Sesc São Caetano na sexta feira dia 10 de março e dia 11 e 12 no Sesc Belenzinho, com cianotipia e antotipia respectivamente.

E dia 18 de março tem cianotipia no Sesc Itaquera!!

 

Vai ter anthotype logo mais no Sesc Belenzinho nas quartas à noite e Dustin on.

Tem mais novidades mas logo mais tiro mais fotos.

 

 

A foto acima aliás está disponível na loja Nós Lunares na Galeria Ouro fino.

@noslunares

 

Antotipia nas bandas de Campinas

Anthotype-Divulgação001

Quinta feira inicia uma atividade de Antotipia no Sesc Campinas.

Anos atrás resolvi pesquisar o processo de se produzir imagens a partir do uso de plantas. Cada ano descubro um fato novo.

Cada curso tenho feito de um jeito. Antes, fazia com espinafre, café. Tenho estudado um pouco mais sobre flores, comprado sementes que ainda não deram tantas flores, buscado plantas nativas daqui e algumas pancs que também são excelentes para fazer testes. Como as pancs não são plantas muito fáceis de achar para comprar, tenho procurado pela rua mesmo.

Serão quatro encontros na parte da tarde, das 15h a 18h. Dessa vez eu vou fazer com muitas flores.

Atividade: Introdução a Antotipia

Sesc Campinas Sala 4

Quintas 09.06.2016  a 30.06.2016

Horário: 15h a 18h

http://www.sescsp.org.br/programacao/95851_INTRODUCAO+A+ANTOTIPIA

 

O que acontece esse semestre

Dia 29 de março de 2016 começa mais uma turma de Processos Históricos no Sesc Pompéia, mesmo horário nas terças feiras.

Serão doze encontros de 3 horas, finalizando o curso dia 14 de junho.

Como sempre eu inicio com a cianotipia e já comecei o ano fazendo muitos testes, em diferentes papéis e tamanhos.

Certa vez fiz a compra de químicos e o fornecedor acabou me enviando o Citrato marrom. Como eu sempre aprendi que ele é mais fraco e etc, achei que tudo estava perdido…

Até testar ele. De início não percebi muita diferença, mas colocarei minha conclusões aqui logo logo (prometo Alexander).

Segue o Link do curso: Curso De Processos Históricos – Pompéia

As inscrições já foram, mas eu garanto que sempre dou uma olhada na lista de espera.

 

Neste semestre não teremos o curso com o Serginho Ferreira, mas talvez no semestre que vem.

Tenho feito alguns testes com anthotypes, resolvi plantar algumas flores para continuar a fazer algumas fotos. (frase estranha) Mas é que gosto de plantas, acabei juntando uma coisa com a outra.

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Papel com sumo de rosas – Rosa de cor de rosa, trepadeira. Que será que aparece aqui?

 

E em abril tem curso com a Simone Wicca no Imagineiro !!

São só cinco vagas e o espaço de aula é na Casa Ranzini, Rua Santa Luzia, 31.

http://www.imagineiro.com.br/anthotypes-com-simone-wicca/