Uma atividade livre no Sesc, sábado 10:30h a 12:30h retirada de senha 30 minutos antes
Começa 07/3 – atividade de um dia só, vai até 25/4

https://www.sescsp.org.br/programacao/experimentos-com-materiais-fotograficos-e-fotossensiveis
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Estava escrevendo hoje para uma pessoa que conheci por causa da fotografia, o Fábio, que é advogado, estuda fotografia sozinho (por enquanto) Muita gente que entra em contato comigo ou faz algumas aulas não são da área da fotografia, muitas (muitas mesmo) vezes buscando essa área para dar um tempo ou sair um pouco da rotina do trabalho.
E ele me perguntou de bibliografia para fotografia preto e branco. Por isso resolvi colocar aqui minhas indicações.
Revelação em preto e branco: a imagem com qualidade. Millard Schisler – fotografias de Elisabete Savioli – sobre revelação, procedimento, um pouco sobre controle de tons. Tem fórmulas e recomendo para iniciantes, bem didático.
Trilogia do Ansel Adams: A Câmera, O negativo e a Cópia. – em inglês tem um dele que é sobre luz artificial. – eu adoro e indico muito. Para quem estuda música acho que é fácil entender como o Adams pensa na imagem, eu vejo assim. Tem gente que fala que ele é muito técnico, mas eu sempre tive a impressão dele ser mais poético para mim, não sei por quê.
El Revelado. C.I. Jacobson – em espanhol. Não terminei de ler, mas é uma referência que muitos amigos mais experientes na fotografia me indicavam.
Interpretacão da Luz: o controle de tons na fotografia preto e branco. João Musa e Raul Garcez – curtinho e bem interessante. Fora que eu acho as fotos dos dois autores muito lindas. Admiro muito o Garcez, que pouca gente conhece, maior parte conhece mais o Musa. Acho que o trabalho dos fotógrafos brasileiros podia ser mais estudado.
A World History of Photography – Naomi Rosenblum – minha musa. Sobre a parte histórica prefiro mesmo o livro dela a outros estudiosos anteriores a ela. Parte da minha preferência pode ser explicada na referência abaixo.
Na verdade sobre história da fotografia tem muitas questões relacionadas a historiografia. Para quem curte, recomendo buscar um texto da Ya’ara Gil Glazer – em inglês – The challenges of contemporary histories of photography.
Eu tive e tenho muitas plantas. Hoje fiquei um pouco nostálgica dos meus pés de café, minha grumixama, meu lindinho pau-brasil, que tive que me desfazer durante a pandemia. (vou adotar tudo de novo)
Como alguém que sempre se viu meio sem raízes aqui, eu adotei de verdade as raízes brasileiras como minhas, com as plantas. Por isso acabo pesquisando tudo que é nativo, quero saber a história.
No mini curso desta semana no Sesc, trabalhei junto com a biológa Beatriz de Castro, com identificação das plantas dos arredores do Sesc e depois fizemos as cianotipias no laboratório do Pompéia. Bia mostrou como se faz a coleta adequada com materiais de fácil acesso e os cuidados necessários com as plantas. Levei todo o material na saída e organizamos lá mesmo os cuidados com as amostras.

Eu sou devagar e quando fiz uma visita ao bairro no final do ano passado, demorei para me interessar nas plantas porque eu estava muito focada em espécies nativas. Sorte que o pessoal é mais rápido que eu e assim que chegamos, já foram buscando espécies para prensar. Se fosse eu fazer paisagismo ia achar muito mais bonito plantas frutíferas a esses arbustos que pinicam, mas sou eu.
Em praças bem pequenas senti dificuldade em encontrar espécies que não fossem de paisagismo, mas na Cornélia tinha uma boa variedade. Meu trajeto contava com rua Faustolo até a praça ao lado do Allianz, mas não deu tempo de andar até lá. Na rua Coriolano tem muitas árvores, só que achei que era tudo muito alto e não conseguiríamos coletar muito por lá.
Lembro de ter pesquisado a história do bairro, que assim como muitas regiões começaram com chácaras, que teve início em 1910. Uma pena que o modo como alteramos e construímos a cidade não deixe margem para o respeito com a vegetação. Como meu pai também teve seu crescimento com plantas, havia muitas árvores em casa, e ele tinha a hortinha, que acabei fazendo também. Cresci com meu pé de abacate gigante e tenho saudades dele, que em algum momento adoeceu.

Nos outros encontros, ficamos no laboratório do Sesc. Desta vez utilizamos a fórmula da cianotipia com o reagente marrom, porque como é o mais fácil de encontrar, achei que seria melhor experimentarem com algo que seja replicável sem muitas dificuldades.

O reagente mais escuro deve ser bem menos sensível. Eu lembro que quando recebi esse, já vi tempos muito longos de exposição. E não adianta pensar que um mesmo fabricante será sempre melhor, mesmo com os reagentes que utilizo para fotografia preto e branco, me parece que tem uma diferença considerável em alguns momentos. Para os de cianotipia com certeza será mais crítica a diferença possível.

Minha conclusão: acho que podia ter mais cereja-do-rio-grande, jabuticabas, grumixamas e goiabas (apesar de uma parte da Faustolo ser quase só de pata-de-vaca e goiabeiras) entre outras. Queria ter encontrado mais pancs (plantas alimentícias não-convencionais) e mais flores.
Acho que esse olhar para a cidade pelo recorte ambiental é bem importante para pensar nos espaços urbanos e na qualidade de vida. Apesar de até ter bastante praças onde eu morava na Lapa, eu tive muitas crises de laringite e sinusite naquela época e quando morei na Bela Vista. Voltando aqui para região do Butantã, nunca mais tive crises.
Eu falo que não tô pegando mais nada, nem resfriado. 🙂
Teremos mais um curso no Pompéia, desta vez na programação do meio ambiente. Farei junto com a bióloga Beatriz de Castro a atividade de coleta de plantas do entorno da unidade e utilizá-las como matriz para cianotipias.
Dias 17 de janeiro sábado 14h, 21 e 22 de janeiro quarta e quinta-feira 19-22h.v
Inscrições a partir do dia 7/1 às 14h

https://www.sescsp.org.br/programacao/cianotipia-e-a-pesquisa-botanica
Basicamente é um estudo botânico e catalogação de plantas, o que considero uma grande e bonita lembrança do trabalho de Anna Atkins. Para isso, trabalharei em conjunto com a bióloga Beatriz de Castro e agradeço muito o pessoal do Sesc por permitir um trabalho como esse, que me permite olhar para a ciência e a fotografia, lembrando de uma botanista/fotógrafa, primeira a publicar um livro de fotografias.
Da última vez que encontrei o Athos do FFV – Festival dos Filmes Vencidos – fui incumbida a fazer testes com um filme Orwo, um microfilme, não perfurado e bem vencido. Com muita ajuda do meu amigo Maranhão – sem ele eu ia ficar batendo a cabeça por mais uma semana – e gastar pelo menos mais alguns metros.
Para quem quiser adquirir o filme, o Athos tem. Vou colocar aqui as minhas considerações

Não encontrei nada sobre ele na internet, somente sobre o MA8. A previsão era de que fosse ISO3, mas vencido em 93 devia ficar ISO1 com muito otimismo. A questão é que está com a base muito escura já, então fica bem escuro revelando normal. fiz 8 testes de formas diferentes.
O microfilme não é perfurado então não dá pra usar em qualquer câmera. Minha Nikon não puxa de forma alguma, usei uma fita adesiva para avançar o filme, mas achei muito perigoso estragar algo. Usei uma Fujica e funcionou melhor, maas por vezes não avança e faz sobreposições. Além de que fica muito dura pra avançar, ou seja, vai acabar forçando demais a cam. Sei que existem poucos modelos possíveis, mas não acho que seja prático procurar pelo modelo específico para usar um filme tão específico.
A forma mais segura pra mim foi colocar em bobinas 120 e fotografar com a médio formato, a imagem fica mais panorâmica, com um recorte um pouco diferente do que se está acostumado.
Agora a revelação. Com o D76 em tempo normal fica só escuridão. Achei em algum momento que até estava perdido, mas testei com Microphen e funcionou melhor. Mas muito escuro. Por isso resolvi fazer um teste com um outro microfilme que eu tinha aqui, da Kodak, e ele ficou muito bom em exposição a ISO 3 a 25. A partir desse percebi que o teste deveria ser diferente, expor mais. revelar beeem menos.
Com esse Orwo fiz duas coisas que me deram esperança. 1- revelei com Dektol 1 minuto com agitação forte. E 2- revelei com Microphen 2 minutos. O primeiro deu muito mais certo. O segundo ficou com a base ótima, mas sem muita informação. A partir disso tirei a conclusão inicial de que pra algo mais fácil, o Dektol funciona bem. Fotografar em ISO 1. No Microphen 6 minutos foi demais, mas ainda assim tem um bom resultado – pra um filme tão vencido – depois testarei com 4 minutos e um pouco de benzotriazol.


Por hora está assim, mas acho que tem potencial para ficar melhor. Eu quero testar outro reveladores para ver se o filme gosta mais. 🙂
Meu fotolivro Fotográfico foi selecionado na convocatória do Festival Zum do IMS – Instituto Moreira Salles. Os fotolivros selecionados serão apresentados no Festival Zum, dia 01 de novembro, 10h, na Biblioteca do IMS.
Neste ano eu comecei a escrever um livro sobre técnica de cianotipia. Só que eu sou hipertécnica e achei que precisava contar uma história – do meu jeito – e resolvi fazer um fotolivro a partir de cianotipias. A questão é que a fotografia acabou sendo muito a relação com objetos e pessoas ligadas à fotografia. E eu queria contar algo sobre elas mesmo que não fosse só a partir de retratos.
Fiz algumas imagens relacionadas a amigos e professores, pessoas que entraram na minha vida e deixaram algo – fotográfico – comigo. Um objeto relacionado à fotografia. E no meio tem o meu fazer de fotografias que tem tanto o modo laboratorista como o modo fotógrafa, por isso adicionei algumas imagens de espaços urbanos.

Segue o link do IMS:
Como é uma ideia meio experimental, coloquei as cópias originais feitas em papel de arte/ fotografia/ algodão/aquarela, uma apresentação, manual basiquinho sobre cianotipia e no final tinha que ter uma contateira para fazer cianotipias hehehe. A contracapa virou uma moldura na parte interna e dá pra testar o processo, mesmo que de uma forma adaptada. Tem papel sensibilizado com o químico num envelope e um fotolito. Pensei nisso porque vejo que a dificuldade para quem inicia na técnica é justamente de juntar todos esses materiais. Claro, a capa também é cianotipia.
E sobre os objetos, a ideia começou quando eu percebi que toda vez que eu olho para meu ampliador lembro do meu professor e ex-vizinho, João Fávero. Depois que ele faleceu, o João Pregnolato, que é um dos melhores professores que eu já tive (porque eu sempre fui apaixonada por Física e eu tive aula de Física com ele e era muito legal porque era física voltada para a fotografia) me perguntou se eu não queria comprar o ampli pra ajudar a família. E foi engraçado que outro professor de fotografia, mas não tive aula com ele – o João Liberato trouxe para mim. (3 Joãos) Eu já tinha um ampli cor, mas por ser dele e por ter conhecido os filhos ainda adolescentes na época, achei que valeria ajudar e lembrar do prof. Acabei vendendo o equipo cor na pandemia (às vezes me arrependo) mas não tinha como ficar com ele naquele momento. Só um já estava bom. Acabei vendendo o ampliador mais intacto, porque o M800 do Fávero precisava de peças novas e eu já tinha me acostumado com ele.
Espero que esteja em paz, professor.
Mas esse meu fotolivro eu só consegui mostrar para uma pessoa, a Patrícia Yamamoto. Fiz parte da Semana da Fotografia do Centro Universitário Senac neste mês, em que apresentei o uso de uma câmera grande formato de madeira com cópia em papel salgado. Trabalhar num local diferente é difícil, tive problemas pra me adaptar. Por isso, numa aula em que discutimos o trabalho do Irving Penn, de improvisar um estúdio para fotografar em diferentes países, eu entendi muito ele nessa hora. Tentar fotografar fora do seu espaço é tão inseguro que me senti meio sem rumo no começo mas depois deu certo.

Coincidentemente acabei apresentando uma versão do livro em aula essa semana que estou frequentando do João Musa e do André Leite.
Ao mesmo tempo em vejo pessoas fechando seus laboratórios, acabo tendo contato com pessoas que querem montar um do início. Ensino novos fotógrafos e vejo fotógrafos e laboratoristas parando ou desistindo. Mesmo o Celso Eberhardt, acompanhei e ainda acompanho ele em seu tempo, numa trajetória muito parecida com a do meu pai. Por isso tenho muito carinho por ele, porque sei das dificuldades de saúde pela qual ele passa.
Enfim, só para contar um pouco sobre o que é o fotolivro. Estarei no Festival Zum, desta vez sem a FRoFA.
Algum tempo atrás fui convidada a participar desta publicação que será lançada dia 18 de setembro, 18h. A obra foi organizada por Eriel Araújo, Michel de Oliveira e Renata Voss e reúne textos de 7 pesquisadores sobre a fotografia.
O link da live colocarei aqui depois.
Agradeço muito pelo convite dos organizadores e foi uma surpresa muito bonita ver a minha foto na capa 🙂

O livro está disponível: https://edufba.ufba.br/livros-publicados/catalogo/potencialidades-da-fotografia-hoje
Ontem eu li uma dissertação que falava sobre história da fotografia porque eu estava procurando referências sobre história né, afinal. Já que tinha a palavra-chave de fotografia internacional fiquei buscando algo sobre Ásia – sabendo que provavelmente não teria. E não tinha mesmo.
Também apesar de pesquisar uma coisa aqui e ali percebi que nunca escrevi sobre o assunto neste blog. Desde uma palestra em 2005 comecei a pesquisar timidamente algo sobre processos históricos no Japão e Coreia – mas naquele momento não tinha muito acesso a material sobre o assunto. (vou comentar e apresentar mais sobre o contexto da palestra depois, já que preciso procurar minhas anotações da época)

Muitos elementos me fizeram pensar sobre a imagem. É uma cena quase teatral, nesse período histórico algumas imagens eram produzidas no Japão para serem vendidas a estrangeiros. O recorte é típico de imagem estereoscópica, mas talvez não fosse esse o caso, com o arco acima. Lembro-me que na palestra foi comentado sobre o registro da chuva serem riscos na própria imagem o que aplica mais ainda a noção de algo teatral. A colorização sempre me confundiu um pouco. Até que ponto a ideia de aplicar cor em cima de uma fotografia ajuda ou não na leitura da imagem, sendo que cores nesse momento histórico deviam ter uma carga social, no sentido de que muitos tecidos eram caríssimos devido ao tingimento especial e às vezes até associado a um tipo de status (não pesquisei isso muito a fundo ainda). Também, não sei até onde a colorização ajuda a distrair sobre uma realidade e história fotográfica, tenho pensado sobre isso.
Mas essa foi uma das primeiras imagens que me levaram a refletir sobre as imagens especialmente do leste asiático.
Quero só iniciar uma pequena conversa e apresentar algumas imagens, já que tem sido importante para mim apresentar que houve uma história da fotografia neste contexto geográfico, mesmo que trazida pelos europeus. E que de certa forma algumas leituras sobre a Ásia têm me incomodado. Mas isso vou deixar para uma próxima postagem.
Aqui no Brasil eu sempre me senti fora do ninho – como qualquer asiático-brasileiro se sente – para os brasileiros somos o outro, para os asiáticos somos o outro – uma vez na Europa o europeu achou estranho que eu era brasileira e ficou inconformado. Ou seja não somos nada para alguns outros, então me reservo no direito de me considerar bem brasileira. Sempre vai ter aquele que te exclui. Assim como sempre vai ter aquele que te agrega. Acredito que o modo como te tratam diz muito como a própria pessoa inquisidora se enxerga.
Como não tive muitos familiares, agreguei minha família de outras formas, justamente por aqueles que nunca me viram como o outro. (muito obrigada à minha família pernambucana e minha família cigana, não temos laços biológicos mas temos outros muito mais fortes)
Desde criança também as pessoas amigas mais próximas acabaram sendo em grande parte muitos descendentes de japoneses. Talvez por causa da escola, muitas vezes, muitos amigos sempre foram eles. Os descendentes de japoneses me ajudaram e foram pela minha família ajudados. Por isso vou misturar um pouco as etnias aqui.
Por todos esses fatores fica difícil para mim somente falar de imagens de um país ou outro. Ainda acho que a história da fotografia coreana tem pouco alcance para mim. Nesse sentido comecei a refletir sobre algo que tenho estudado faz alguns anos mas que ainda estou engatinhando nesse assunto.
Na área do fotojornalismo, tem uma imagem que quero compartilhar. Esta abaixo, é uma foto histórica, tirada pelo jornalista canadense Frederick Arthur MacKenzie em 1907 que mostra o Exército dos Justos da Coreia – momento histórico lindamente retratado de modo ficcional baseado em fatos históricos na série do Netflix “Mr. Sunshine” – que era composto por civis e lutavam nesse momento para defender o país. Na história do país sempre surgia um momento em que os civis entravam como exército adicional e o jornalista buscou apresentar a história de luta.

Claro que estou só fazendo uma pequena introdução sobre algumas das imagens que me levaram a fazer essa pesquisa e por isso não estou obedecendo temas ou períodos históricos específicos, todas essas imagens merecem mais atenção e pesquisa ( que é o que eu estou fazendo mas estudar com próprio patrocínio requer tempo e organização)

Tenho pesquisado mulheres fotógrafas e admiro muito o trabalho desta fotojornalista. Ela inicia seu trabalho na década de 40.

E um fotógrafo mais ou menos da mesma época que Niu Weiyu, Han Young Soo.
Numa aula esse mês foi colocado o trabalho do Robert Frank e o pós guerra nos Estados Unidos. Eu fiquei pensando muito nas imagens de pós guerra do Japão e nessas imagens do mesmo período na China e na Coreia. Por isso resolvi postar algo sobre imagens do Leste Asiático.

Só uma pincelada sobre o que tenho estudado e tenho reunido material sobre. Me desejem sorte nessa empreitada.
O curso do Sesc Pompéia inicia em agosto – agora – e as inscrições serão no dia 6/8 para credencial plena e 13/8 para público geral. Sempre a partir das 14h

O curso vai ser um pouco diferente neste semestre. Serão 8 aulas, resolvi fazer técnicas mais possíveis de refazer em casa. E o curso começa bem no dia da fotografia então estou pensando se consigo fazer algo para comemorar a data com o pessoal nesse dia 🙂
Aproveitando que tem dia mundial da antotipia e dia mundial da cianotipia logo mais, seria interessante pro pessoal praticar essas técnicas nesse momento do ano.