Cursos Sesc Pompéia 2012

Abrem hoje as inscrições no Sesc Pompéia de Cursos Regulares e dentre eles segue meu curso juntamente com a professora Helen Ikeda de papel artesanal.

CURSOS REGULARES 1. SEMESTRE DE 2012 – OFICINAS DE CRIATIVIDADE

Processos Históricos Fotográficos e Papel Artesanal

SESC Pompeia

13/03 a 03/07.
Terças, das 9h30 às 12h30.

Curso que apresenta métodos de produção de papéis artesanais nas técnicas ocidental e oriental a partir de matérias primas como algodão, curauá e bagaço de cana. Os papéis produzidos serão utilizados como suporte para processos fotográficos históricos do século XIX, em que os participantes experimentarão as técnicas de cianotipia, marrom van dyke, papel salgado e albumina. Orientação de Beth Lee e Helen Ikeda Duração: 16 encontros.

Beth Lee é formada em Fotografia pelo Senac, participou de exposições coletivas e festivais de curta metragem, como na Galeria Olido e Festival da Lapa-PR. É especialista em técnicas alternativas e históricas de revelação fotográfica. Helen Ikeda é Bacharel em História pela USP, com Especialização em Conservação de Bens Culturais Móveis (Abracor/ Escola de Belas Artes, UFRJ) e em Celulose e Papel (Escola Senai, Theobaldo de Nigris, 2005). Atua como conservadora e restauradora de papel desde 1981 e, diversas instituições como o Museu Paulista-USP, Museu de Arte Contemporânea-USP, Museu Lasar Segall e Fundação Bienal de SP. E, em ateliê particular, atua também com Papelaria Artesanal.

Inscrições: Terça, 28/2, para comerciários matriculados; Quarta, 29/2, para demais usuários.

Inscrições para vagas remanescentes a partir de 3/3, sábado, 10h, até o preenchimento total das vagas.

Não recomendado para menores de 16 anos

R$ 60,00 [inteira]
R$ 30,00 [usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]
R$ 15,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]
Valores da mensalidade.

Curso de Processos Fotográficos Históricos

Começa em outubro o último curso de Fotografia alternativa no Sesc Pompéia.

Inscrição pessoalmente a partir das 10h do dia 1/10, sábado, nas Oficinas de Criatividade.

O aluno aprende a fazer as técnicas de Anthotype, Cianotipia, Marrom Van Dyke, Papel Salgado, Albumina e Goma bicromatada. São 11 vagas.

Maiores detalhes acesse http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/mostra_detalhe.cfm?programacao_id=204377

Pinhole

Gosto muito de fotografia. Gosto mesmo.
Quando comecei a fotografar não sabia da técnica pinhole.
Se eu soubesse disso antes meu mundo seria muito mais colorido. Imagina só aprender desde criança que se pode fotografar com
uma lata? Teria feito horrores.
Demorei a aprender fotografia pela falta de grana para comprar uma câmera. Comprei a primeira, a segunda… gastei uma grana.
Depois de uns anos, só fotografava com pinholes. Nem precisava de tantas câmeras afinal…
Na época de TCC fiz umas 7 câmeras de caixa de fósforo. Tenho de caixa de madeira, de lata…
Não importa de qual material seja. Se uma 4×5, Hassel, de papelão… amo todas elas do mesmo jeito.

Oficinas De Processos Históricos de Fotografia

Quando acontece uma oficina nos Sescs a procura é tão grande que nem consigo fazer grande divulgação dos cursos, e acabo anunciando em apenas um canal, como no Facebook. (me procure como Elizabeth Lee)

Esse mês tivemos uma oficina de Processos Fotográficos Históricos no Sesc Pompéia, hoje é a última aula.
Foi muito bacana e é muito prazeroso trabalhar lá.

Para os que esperam uma nova oficina, em maio-2011 teremos mais duas novas turmas, mesmo local,
e as inscrições iniciam no começo de maio.

Em agosto a previsão é de oficinas de Anthotype comigo e Cianótipo com a fotógrafa e professora Patrícia Yamamoto no CCJ. Não está fechado, mas quase certo.

Fiquem atentos à programação.

Caverna de Platão ainda

Ainda não sei o que é real, onde estão as sombras e onde está a luz.

Fotografia infravermelha. Escrevendo o T.C.C. e assistindo ao filme “Soy Cuba”, fiquei pensando sobre a minha necessidade de representar as coisas que penso em infravermelho.
Mostrar o que não se vê.

Uma idéia, ideal.

Ao escolhê-lo, estou tentando chegar num cenário inalcançável, inexistente, utópico. Que apenas poderia ser encontrado e visualizado em sonhos. Ou imagens.