O que acontece esse semestre

Dia 29 de março de 2016 começa mais uma turma de Processos Históricos no Sesc Pompéia, mesmo horário nas terças feiras.

Serão doze encontros de 3 horas, finalizando o curso dia 14 de junho.

Como sempre eu inicio com a cianotipia e já comecei o ano fazendo muitos testes, em diferentes papéis e tamanhos.

Certa vez fiz a compra de químicos e o fornecedor acabou me enviando o Citrato marrom. Como eu sempre aprendi que ele é mais fraco e etc, achei que tudo estava perdido…

Até testar ele. De início não percebi muita diferença, mas colocarei minha conclusões aqui logo logo (prometo Alexander).

Segue o Link do curso: Curso De Processos Históricos – Pompéia

As inscrições já foram, mas eu garanto que sempre dou uma olhada na lista de espera.

 

Neste semestre não teremos o curso com o Serginho Ferreira, mas talvez no semestre que vem.

Tenho feito alguns testes com anthotypes, resolvi plantar algumas flores para continuar a fazer algumas fotos. (frase estranha) Mas é que gosto de plantas, acabei juntando uma coisa com a outra.

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Papel com sumo de rosas – Rosa de cor de rosa, trepadeira. Que será que aparece aqui?

 

E em abril tem curso com a Simone Wicca no Imagineiro !!

São só cinco vagas e o espaço de aula é na Casa Ranzini, Rua Santa Luzia, 31.

http://www.imagineiro.com.br/anthotypes-com-simone-wicca/

Nesse Semestre, queremos muita fotografia!

Nesse semestre teremos mais uma turma de Fotografia Alternativa e outra de Sistema de Zonas no Filme Preto e Branco. O primeiro sei que já esgotou, mas o segundo ainda tem algumas vagas.

O Sistema de Zonas é uma padronização da exposição e revelação do filme – no nosso caso trabalhamos com o filme 35mm – para controle da exposição no negativo a fim de ter melhor visualização do resultado que queremos para determinados tipos de cena.

O que fazemos é basicamente algumas escalas de cinzas. A primeira escala é exposta seguindo as indicações do fabricante. A partir dessa escala ampliada descobrimos qual a alteração necessária para chegar numa escala considerada normal pelo método do Ansel Adams.

O que é uma escala normal? É uma escala que contenha 11 tons do preto ao branco total e com ela conseguimos ter uma idéia muito precisa da cena que fotografamos ( considerando o tipo de contraste da cena)

Em algumas cenas é necessário o uso de outra escala, mais ou menos contrastada, então fazemos ajustes na revelação e exposição do filme.

Gostou do conceito? A gente conversa mais sobre isso no curso, é um curso para quem tem experiência com laboratório preto e branco, manusear câmera reflex, revelar e ampliar. Estaremos no Sesc Pompéia aos sábados das 14:30h até 17:30h a partir do dia 12 de setembro de 2015 até dia 05 de dezembro de 2015.

Sobre as inscrições tem informações aqui

Sobre o curso tem no site do Sesc, aqui

Sou eu e o Serginho Ferreira que trabalhamos juntos nessa turma.

Sergio identificando a escala

Sergio identificando a escala

Sobre a minha experiência com o estudo, é uma base que levo para vida toda, seja no filme ou no digital.

Eu costumo associar com o estudo da música. Se você sabe as notas fica mais fácil entender o que é necessário para tirar o som.

E compreender os limites do seu equipamento – digital ou analógico – é sempre vantajoso quando você precisa justamente daquele ponto a mais de exposição, daquele limiar de detalhe da textura visível no filme.

Mudando um pouco de assunto, no curso de Fotografia Alternativa vai ter novidades. Nesse semestre vamos praticar algumas técnicas com suporte de vidro. Vou colocar mais fotos logo logo.

Mês passado fiz algumas oficinas de Quimigrama no Sesc Belenzinho, para pais e filhos. Vão surgir mais atividades sobre Quimigrama logo mais! Vai ter Pinhole, vai ter Quimigrama e Retrato logo mais!

Curso Fotografia Alternativa e Sistema de Zonas 2015

É com muito prazer que divulgo os cursos desse semestre e teremos Fotografia Alternativa às terças à noite e um novo curso Sistema de Zonas Preto e Branco em parceria com o fotógrafo e laboratorista Sergio Ferreira – um dos meus mestres – que chamo carinhosamente de Serginho.

Na Fotografia Alternativa vamos fazer Cianotipia, Marrom Van Dyke e Papel Salgado. A partir desses processos trabalharemos com viragens e tonalizações possíveis no lab e até mesmo interações entre esses processos.

Meus humildes primeiros pincéis, era o que eu podia pagar na época.

Meus humildes primeiros pincéis, era o que eu podia pagar na época.

mais informações sobre esse curso aqui

O Sistema de Zonas é uma parte da fotografia que eu amo e acho incrível. E fazer esse curso com quem eu aprendi é muito mais que gratificante. Serginho foi meu mestre no laboratório preto e branco e na fotografia cor. Foram dois anos de acompanhamento e agradeço de coração a todo o ensinamento que tive. Claro que tive muitos outros mestres, mas o Sergio virou amigo, de compartilhar gostos musicais (ouvi mais Nina Simone por causa dele) e na época eu fazia kung fu e daí ele também se empolgou em voltar para as artes marciais. Aprendi o Sistema de Zonas quando havia Grupos de Estudo no Senac e isso era uma atividade extra. O grupo era comandado pelo Paulo Rossi e Sergio e de fato o Paulo teve muita paciência comigo para eu entender esse processo todo. Como ele não mora mais em SP vai aqui minha homenagem, se estivesse aqui provavelmente seria ele e o Serginho – a dupla dinâmica.

Saíamos à tarde pela Lapa para fazer imagens para o estudo no grupo e não esqueço e acho que vai ser difícil esquecer aqueles dias que o preto e branco ficou mais claro e divertido para mim. (eu sou bem nerds nesse sentido e com orgulho)

Minha gratidão ao Paulo Rossi e Serginho.

Maiores informações sobre o Sistema de Zonas no Sesc aqui

As inscrições começam hoje. Me perdoem a demora na divulgação, mas para quem não é comerciário ainda dá tempo de se programar, pois é amanhã o dia de ficar na fila.

INSCRIÇÕES:

Terça, 17/3, das 18h30 às 21h30:

Para trabalhadores no comércio de bens, serviços e turismo matriculados e dependentes.

Quarta, 18/3, das 18h30 às 21h30:

Para interessados em geral.

2ª CHAMADA:

Sábado, 21/3, das 10h às 17h: para todos os interessados que não tenham se inscrito em nenhum curso.

VAGAS REMANESCENTES:

A partir de domingo, 29/3, das 10h às 17h, recomeçam as inscrições para todos os interessados nos cursos que ainda tenham vagas disponíveis. É a oportunidade para quem já se inscreveu em um curso se inscrever em outro(s). Até o fim das vagas.

Mensalidade:

  • Credencial Plena: R$ 15,00
  • Meia: R$ 30,00
  • Inteira: R$ 60,00

Revelação Cor

Revelar o próprio filme sempre foi uma das minhas vontades. Revelar filme colorido então era algo como o caminho a se seguir, quase como uma filosofia de vida. Fazer o que faço com os processos históricos então, é a própria vida, que faz sentido para mim.

Recentemente surrupiaram minha câmera digital, mas nem fiquei tão triste como achei que ficaria. Triste foi perder as fotos de documentação das minhas aulas, que tinha tirado dois dias antes do acontecimento, e da palestra do mestre Kenji, que não consegui nem ver.
Mas isso me fez perceber que o mais importante nunca vão levar, que é justamente meu trabalho, os conhecimentos que acumulo.

Vou documentar minhas aulas com filme.

A revelação cor se diferencia em alguns pontos da revelação preto e branco. A química é bem diferente. Temos o Revelador C-41 para filmes negativos, em seguida o Branqueador e o Fixador. O processo é feito numa temperatura maior, 38 graus Celsius, e de preferência separamos tanques que não são utilizados para PB, para se ter maior controle.
Para revelar cromos usamos um banho chamado E-6, e são seis químicos para esse processo, que num próximo post pode ser mais bem descrito.

Esses químicos são mais tóxicos, deve-se tomar maior cuidado utilizando equipamento de segurança adequados. Máscaras preferencialmente com filtros de ar, luvas, óculos e avental, e manusear em local ventilado.

Podem ser comprados na Revela Photo na Barão de Itapetininga 216 e algumas vezes se encontra na http://www.dinashop.com.br os kits da Tetenal.

A agitação é bem diferente. Não se deve criar bolhas, como fazemos no PB, giramos o tanque para passar pelo filme.

E seguem os tempos:

Em banho-maria a 38 graus
Pré lavagem – 1minuto e 15segundos
Revelador – 3 minutos e 15 segundos
Branqueador – 4 minutos
Lavagem – 2 minutos
Fixador 4 minutos
Lavagem 4 minutos

Deve passar ao final um produto chamado Estabilizador, funciona como um Photoflo.

Existem algumas máquinas que fazem todo esse processo, a mais bonita é a Jobo.

Olha que linda... jobo do senac

Olha que linda… jobo do senac

Foto de Câmera Descartável:

Bom Retiro - 2012 - BethLee

Bom Retiro – 2012 – BethLee

Foco e Pensamento: Fotografia e o Registro da Memória – Sesc Vila Mariana

Este mês vou comparecer ao Sesc Vila Mariana para ministrar um curso a respeito da memória.
Tema por mim bastante querido, e com certeza vou falar sobre anthotypes e meus processos esquecidos, além de trabalhos de outros fotógrafos.
Segue a “sinopinha”:

A câmera fotográfica é um instrumento capaz de capturar instantes, registrar a memória. O chamado ‘instante decisivo’, por Cartier-Bresson, preciso e transitório, é aquele transformado em imagem. A fotografia, ao mesmo tempo que serve à memória, também a edita. A imagem portanto é uma possível ferramenta de significação do tempo e de construção da memória tanto individual como coletiva. Neste curso, serão abordados esses temas a partir do viés temático sobre o tempo, o registro, o arquivo e a construção da memória através das imagens. Com Elizabeth Lee, graduada em Fotografia com habilitação em Fotografia Aplicada pelo Centro Universitário Senac. Trabalha há 6 anos exercendo o ofício de fotógrafa em eventos corporativos, arquitetura e still. Desenvolve pesquisas sobre processos alternativos de fotografia tendo participado de exposições e festivais de curtas-metragem. Foi professora em cursos técnicos de fotografia do Senac São Paulo e atua em cursos e oficinas em instituições como Centro Cultural da Juventude, Fábricas de Cultura, Unidades do Sesc, Casas de Cultura – AES Eletropaulo e projetos de linguagem visual para educadores. Inscrições na Central de Atendimento, a partir de 1/11. Sala 3, 6º andar – Torre A.

SESC Vila Mariana

Dia(s) 14/11, 21/11, 28/11, 05/12
Quartas, às 19h30.

Não recomendado para menores de 16 anos

R$ 40,00 [inteira]
R$ 20,00 [usuário matriculado no Sesc e dependentes, aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública com comprovante]
R$ 10,00 [trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes]

http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/mostra_detalhe.cfm?programacao_id=232759

Pinhole de caixa de fósforos no Sesc Belenzinho!

Vamos montar câmeras! Melhor que fotografar é entender como saem imagens de uma pequena caixa de fósforos e ser o fabricante de seu próprio equipamento.

Dia 10 e 17 de novembro estarei lá para o minicurso, são sábados pela manhã, das 10 às 13horas. —CORREÇÂO— das 14h às 17h –falha minha

Depois de entender como funciona, daí vai de acordo com a imaginação e a vontade de cada um em inventar um câmera diferente. E as possibilidades são enormes!!!

Filme revelado em processo cruzado . É lindo. Filme é lindo e cheiroso…

ATELIÊS DE ARTE

Fotografia Pinhole | Buraco de Agulha

SESC Belenzinho

10/11 a 17/11.
Sábados, das 14h às 17h.

Confecção de câmera fotográfica sem lentes, a partir de caixa de fósforos e filme 35mm. Técnicas para fotografar com essa câmera, apresentação de trabalhos de fotógrafos que a utilizam e as possibilidades de se produzir uma câmera com materiais reaproveitados. Duração: 2 encontros. 15 vagas. Acima de 16 anos. 1º Pavimento. Orientação: Elizabeth Lee. Inscrições pessoalmente a partir do dia 06/11 às 14h, no estacionamento da unidade.

Não recomendado para menores de 14 anos
Mais informações:

http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/mostra_detalhe.cfm?programacao_id=232062

Goma

Enfim, terminamos mais um curso no Sesc Pompéia de Processos Históricos. Desta vez, juntamente com papel artesanal a proposta era adequar papel aos processos e verificar quais os melhores papéis para cada técnica.

Mas hoje experimentamos a goma bicromatada e como eu já imaginava a textura do papel muito enrugado nem sempre dá bons resultados para o início com goma. Não que fique ruim sempre, é que o processo, exige maior controle de início, sendo melhor aprendê-lo nas primeiras tentativas com papel mais liso.

Observação: explicando bem o que eu quis dizer, pensando na didática, para iniciar os primeiros experimentos com goma, não achei interessante usar papel artesanal porque como eu já imaginava, fica mais difícil obter bons resultados. Digo isso porque a maioria erra justamente quando chega na goma, independente do papel, é um processo delicado e qualquer variação faz com que fique um pouco mais difícil de aprender e tende à frustação. Não estou pensando nisso à toa. Meus primeiros testes foram com um papel artesanal e pra aprender realmente foi mais penoso, porque não sabíamos como o papel reagiria.

Mais para frente irei postar as fotos dos processos, não consigo fazer mil coisas ao mesmo tempo e tenho que terminar um projeto agora.

Segue a fórmula:

PREPARO DA GOMA
70ml goma arábica
200ml água destil.
-Algumas gotas de formol para conservar. Alguns dizem que deixar na geladeira conserva bem.
nota: tem gente que prepara a goma diluindo-a em água morna. Eu coloco a goma numa gaze como um saquinho, como ensina no Keepers of Light e deixo pendurado num pote com água. Aos poucos ela dilui, deixando as impurezas dentro do saquinho de gaze. Depois é fechar bem. Se guardar por muito tempo é bom adicionar o formol. Deixei uma vez na geladeira, mas ficou com cheiro forte mesmo assim. E quando começa os odores é ruim…

PREPARO DO DICROMATO
13g dicromato de potássio
100ml água destilada
(já vi fórmula com metade da quantidade de água para a mesma quantidade de químico, testei mas não cheguei a grandes conclusões.)

Partes iguais da solução de goma e de dicromato para uso. A quantidade de pigmento de aquarela depende de cada cor. Pode ser o pó ou em tubos.

Mistura-se primeiro o pigmento com a goma. De preferência bem macerado num pote áspero. Depois, o dicromato.

Expor: trinta segundos num sol quente de inverno de SP capital são suficientes. Na mesa de luz do lab dá uns 3 minutos em média. De acordo com a cor escolhida, não dá pra ver se o tempo foi suficiente ou não.

Revelar:
Bandeja de água limpa, deixe a cópia com o verso para cima. O dicromato se solta, junto com a goma que não foi endurecida caindo aos poucos.
Depois de alguns minutos esqueça a cópia em outra bandeja. Ela se revela lentamente.

O interessante da goma é fazer mistura de cores, até tricromia, separando os canais de cmyk para produzir uma fotografia cor.

Segue uma imagem do Edison Angeloni de Tricromia.

Marrom Van Dyke

Sol. A
33ml água destilada
9 gramas de citrato férrico amoniacal

Sol. B
33ml água destilada
1,5 gramas de ácido tartárico

Sol. C
33ml água destilada
3,8 gramas de nitrato de prata

Para preparar o marrom van dyke se mistura as três soluções SEPARADAS. Junta-se A+B depois A e B + C.
Secar e expor em luz ultravioleta. Dar uma lavada antes do fixador, vai escurecer um pouco. Fixar em solução de tiossulfato de sódio a 5%, menos de 5 minutos, se a imagem escurecer muito rápido pode retirar antes e lavagem final de 10 minutos.

Fizemos novamente esse processo no Sesc hoje, mais informações, fotos do curso e o que estamos aprontando, acesse: http://oficinas.sescsp.org.br/blog

Pinhole day – O dia de fotografar sem lentes

Semana que vem eu e o Edison Angeloni faremos o dia mundial da pinhole no Sesc Pompeia.

No sabado dia 28 e domingo dia 29 de abril tem oficina de pinhole com papel fotografico pb as 14:30h
Domingo ainda tem ao meio dia o Super Observatorio do Mundo Invertido, quando a Internet Livre se transforma numa grande camera obscura. Mais tarde, 17h convidamos a quem fez as pinholes em lata a postar no site oficial do pinhole day.

Esse eh um evento que acontece em varios paises com a ideia de fazer uma fotografia sem lentes e postar no site sua imagem.

Mais informacoes:

http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/busca.cfm?conjunto_id=9759

Cursos Sesc Pompéia 2012

Abrem hoje as inscrições no Sesc Pompéia de Cursos Regulares e dentre eles segue meu curso juntamente com a professora Helen Ikeda de papel artesanal.

CURSOS REGULARES 1. SEMESTRE DE 2012 – OFICINAS DE CRIATIVIDADE

Processos Históricos Fotográficos e Papel Artesanal

SESC Pompeia

13/03 a 03/07.
Terças, das 9h30 às 12h30.

Curso que apresenta métodos de produção de papéis artesanais nas técnicas ocidental e oriental a partir de matérias primas como algodão, curauá e bagaço de cana. Os papéis produzidos serão utilizados como suporte para processos fotográficos históricos do século XIX, em que os participantes experimentarão as técnicas de cianotipia, marrom van dyke, papel salgado e albumina. Orientação de Beth Lee e Helen Ikeda Duração: 16 encontros.

Beth Lee é formada em Fotografia pelo Senac, participou de exposições coletivas e festivais de curta metragem, como na Galeria Olido e Festival da Lapa-PR. É especialista em técnicas alternativas e históricas de revelação fotográfica. Helen Ikeda é Bacharel em História pela USP, com Especialização em Conservação de Bens Culturais Móveis (Abracor/ Escola de Belas Artes, UFRJ) e em Celulose e Papel (Escola Senai, Theobaldo de Nigris, 2005). Atua como conservadora e restauradora de papel desde 1981 e, diversas instituições como o Museu Paulista-USP, Museu de Arte Contemporânea-USP, Museu Lasar Segall e Fundação Bienal de SP. E, em ateliê particular, atua também com Papelaria Artesanal.

Inscrições: Terça, 28/2, para comerciários matriculados; Quarta, 29/2, para demais usuários.

Inscrições para vagas remanescentes a partir de 3/3, sábado, 10h, até o preenchimento total das vagas.

Não recomendado para menores de 16 anos

R$ 60,00 [inteira]
R$ 30,00 [usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]
R$ 15,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]
Valores da mensalidade.